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CONDENADA

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte por drogas

Sarah Khalifa, apresentadora egípcia de 39 anos, foi condenada à morte por tráfico e fabricação de drogas sintéticas no Cairo.

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Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte por drogas
Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte por drogas. Foto: Instagram.


Sarah Khalifa, de 39 anos, foi condenada à pena de morte no Egito; outras 11 pessoas também receberam sentenças no processo

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A apresentadora de televisão egípcia Sarah Khalifa, de 39 anos, foi condenada à morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, em um processo relacionado à fabricação e ao tráfico de drogas sintéticas.

Segundo o jornal estatal egípcio Al-Ahram, o Tribunal Criminal do Cairo considerou Khalifa e outros 11 réus culpados de integrar uma organização criminosa envolvida na importação de materiais utilizados na fabricação de entorpecentes para posterior distribuição.

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Mais de 750 quilos de drogas foram apreendidos

De acordo com os investigadores, o grupo tinha funções divididas entre os integrantes. Alguns seriam responsáveis pela importação da matéria-prima, enquanto outros atuariam na fabricação e na distribuição das drogas.

Durante as investigações, as autoridades afirmam ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas em dois apartamentos que, segundo a acusação, eram utilizados como laboratórios para a produção dos entorpecentes.

Khalifa, conhecida por sua atuação na televisão egípcia e por apresentar o programa policial “Missão Impossível”, que aborda crimes e questões de segurança, foi presa no Cairo em abril do ano passado.

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Apresentadora nega acusações

Sarah Khalifa nega envolvimento com o esquema. Em depoimento, ela afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com os entorpecentes dentro de escritórios de autoridades responsáveis pelo combate às drogas.

O advogado da apresentadora afirmou à BBC que pretende recorrer da condenação.

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Além de Khalifa e dos demais condenados à morte, outros nove réus receberam prisão perpétua, enquanto sete pessoas foram absolvidas das acusações apresentadas pelo Ministério Público.

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Condenados ainda podem recorrer

A sentença não é necessariamente definitiva. Khalifa e os demais condenados à morte podem recorrer ao Tribunal de Cassação, considerado a mais alta instância judicial do Egito para casos criminais.

O recurso será analisado pela Justiça egípcia antes que a sentença de morte possa ser executada.

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