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Pivotar ou Perseverar?
Decisão de mudar o rumo das coisas exige uma mentalidade clara e objetiva
BS Innovation Hub
Postado em 4 de outubro de 2021
Pivotar ou Perseverar?
Foto: Divulgação

E aí, Inovadores. Mais cedo ou mais tarde, todo empreendedor acaba enfrentando um desafio crucial no desenvolvimento de um produto de sucesso: decidir pivotar ou perseverar. Essa mudança chamada de pivô é uma correção na rota estruturada para testar uma nova hipótese fundamental sobre o produto, a estratégia e o motor de crescimento.

Neste momento de tomada de decisão, não há como remover o elemento humano – a visão, a intuição, a avaliação – da prática do empreendedorismo, mas de qualquer modo isso não seria desejável. Além disso, não necessariamente se está desenvolvendo algo “que ninguém deseja”, mas pode ser o caso de existir outra forma de vender, novos apelos comerciais ou novos métodos de retenção de clientes que levariam a outro patamar.

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Empreendedores que decidiram mudar o rumo das coisas apresentam em regra três motivos para não o terem feito antes:

1 – Iludidos pelas métricas de vaidade, eles vivem em um mundo paralelo e não aceitam a necessidade de pivotar, e, quando as pessoas são obrigadas a mudar contra a própria vontade, o processo é muito mais difícil, demorado, e gera resultados menos decisivos;

2 – Aguardar pelo fracasso completo – sem o fracasso, geralmente, o ímpeto de embarcar em uma mudança radical não existe;

3 – O medo. Reconhecer o fracasso pode levar ao desânimo, e o maior medo de qualquer empreendedor não é descobrir que sua visão é equivocada, mas ver a sua ideia desconsiderada sem ter tido a chance real de prová-la.

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A decisão de pivotar exige uma mentalidade clara e objetiva. Considere a possibilidade de pivotar quando houver eficácia decrescente dos experimentos e a sensação geral de que o desenvolvimento do produto deveria ser mais produtivo. No final das contas, o feeling empreendedor é o principal norte da tomada de decisão, além do risco que já é uma aptidão de qualquer pessoa de negócios.

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