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Qualificação e Avaliação de Riscos em Seguros
LUAN ROCHA
Postado em 18 de junho de 2021
Qualificação e Avaliação de Riscos em Seguros
Foto: Pexels

No complexo mercado financeiro brasileiro, é impossível desvencilhar a atividade de comercialização de seguros com a operação de análise, qualificação e avaliação de riscos. Não só na perspectiva de gerar para o cliente final uma relação de custo-benefício adequada, que o satisfaça em termos econômicos e protecionais, essa atividade de gerenciamento e escolha dos riscos que farão parte do portfólio das seguradoras tem função crucial para o desenvolvimento sustentável do nosso mercado.

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Para que haja um entendimento holístico do que é o processo de avaliação de riscos, é importante observarmos tanto o viés do segurado, detentor do risco ou do item a ser protegido, quanto da seguradora, empresa que toma para si a atividade de terceirizá-lo. Para o proponente do seguro, a atividade pode ser morosa ou insípida, já que para ele cabe o chato trabalho de responder questionários e formulários que o avaliam quanto pessoa detentora do seguro e avaliam o item – bem ou saúde – sobre o qual se demanda a cobertura securitária.

Como consequência, acontecem duas decisões por parte da companhia: a aceitação ou recusa do risco e a geração da precificação do seguro, calculando sobre a taxa básica de risco daquele item, os adicionais de despesas administrativas, comissão de corretagem, impostos e margem de lucro a serem empregados sobre o produto. Para a seguradora, a operação é ainda mais criteriosa. De forma estratégica, define-se entre diretores, subscritores e resseguradoras, quais as atividades, bens, itens e características de riscos que serão aceitas ou não por uma seguradora específica, além de seus pesos e importâncias dentro do portfólio de aceitação por parte da companhia.

Todavia, a flexibilização das aceitações e da avaliação de riscos está em curso, acompanhada principalmente por tecnologias mais recentes, como inteligência artificial e internet das coisas, gerando renovação constante dos dados sobre o comportamento, atividade e saúde dos consumidores de seguros. Isso já faz parte, de certa forma, do nosso presente. Por fim, para que o proponente e futuro segurado possa aproveitar todas essas novas funções da forma mais eficiente possível, é de suma importância que procure uma empresa corretora de seguros de confiança.

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Sobre o autor
Luan Rocha
Sócio diretor da Master Future Corretora de Seguro

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