Eleições 2022

Pesquisa Datafolha aponta Lula com 43% contra 30% de Bolsonaro

A pesquisa ouviu 1.806 pessoas entre os dias 28 e 30 de junho em 61 cidades do estado de São Paulo

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1 de julho de 2022
Glauber Sousa
Pesquisa Datafolha aponta Lula com 43% contra 30% de Bolsonaro
Fotos: Agência PT e Presidência da República

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 1º de julho, aponta ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% contra 30% de Jair Bolsonaro (PL). Os índices de intenção de voto para as eleições presidenciais de 2022 foi realizada entre os eleitores do estado de São Paulo.

Pesquisa Datafolha divulga vantagem de Lula contra Bolsonaro

O cearense Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, com 8% das intenções de voto dos eleitores paulistanos. Além dele, os pré-candidatos apresentados são: Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), André Janones (Avante), Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil), Felipe D’Ávila (Novo), Eymael (DC), Pablo Marçal (Pros), General Santos Cruz (Podemos), Leonardo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lúcia (PSTU).

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Veja resultado

Resposta estimulada e única, em %:

Lula (PT): 43%
Jair Bolsonaro (PL) 30%
Ciro Gomes (PDT): 8%
Simone Tebet (MDB): 3%
André Janones (Avante): 2%
Vera Lucia (PSTU): 1%
Pablo Marçal: 1%
Felipe d’Ávila (Novo): 1%
Eymael (Democracia Cristã): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
General Santos Cruz (Podemos)
Leonardo Péricles (UP): 0%
Luciano Bivar (União Brasil): 0%
Em branco/nulo/nenhum: 9%
Não sabe: 2%

A pesquisa agora divulgada entrevistou 1.806 eleitores de terça (28/6) a quinta-feira (30/6) e tem margem de erro de dois pontos porcentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-02523/2022 e BR-01822/2022.

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TSE e Telegram assinam acordo para combater desinformação nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a rede social de troca de mensagens instantâneas Telegram assinaram hoje (17) um acordo para combater a propagação de notícias falsas por meio da plataforma. Com a medida, será aberto um canal para o recebimento de denúncias e para a divulgação de informações oficiais sobre as eleições. O acordo vai vigorar até 31 de dezembro.

Está prevista a adoção de uma ferramenta para marcar conteúdos considerados desinformativos. Pelas cláusulas, o Telegram também fará uma investigação interna para apurar a violação das políticas da plataforma.

Segundo o tribunal, o TSE é o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma e estabelecer medidas concretas para o combate às noticias falsas.

Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral.

O acordo ocorreu após a plataforma ter nomeado seu representante no Brasil, o advogado Alan Campos Elias Thomaz. A medida foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter bloqueado o funcionamento do aplicativo no país, sob a justificativa de que a plataforma não teria cumprido ordens judiciais.

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