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Vitamina D: Seus benefícios e função na saúde

Ela ajuda no sistema imunológico e é responsável por manter os ossos fortes

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28 de outubro de 2020
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Vitamina D: Seus benefícios e função na saúde
Arte: Reprodução

Desde criança ouvimos falar que a vitamina D é benéfica para a saúde e isso é a mais pura verdade. Também conhecida como vitamina do sol, é produzida pelo organismo em resposta à exposição aos raios solares. Ela também pode ser consumida em alimentos ou suplementos.

A baixa ingestão de vitamina D é considerada uma grande preocupação de saúde pública em todo o mundo. De fato, estima-se que a deficiência de vitamina D afete 13% da população mundial.

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel que ajuda principalmente a absorção de cálcio. Uma das suas principais funções é a manutenção da massa óssea. A vitamina D é essencial para ossos fortes, pois ajuda o corpo a usar cálcio consumido na dieta. Além dessa importante função, alguns estudos têm sugerido que essa vitamina também pode influenciar também o sistema imunológico.

As mais recentes pesquisas mostram que esta substância pode ajudar a prevenir uma variedade de doenças. Entre elas estão a depressão, diabetes, câncer e doenças cardíacas.

A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como óleos de salmão, atum e sardinha, gema de ovo, fígado, leite, iogurte e queijos ou em cápsulas ou comprimidos. No entanto, a principal fonte desse nutriente é a exposição solar. Os raios ultravioletas do tipo B (UVB) os responsáveis pela síntese dessa substância em nosso organismo. No entanto, vale ressaltar que a exposição ao sol deve ocorrer das 6h às 10h e depois das 16h.

Quais os níveis normais de vitamina D?

Embora não exista consenso sobre os níveis necessários dessa vitamina para uma saúde ideal, destaca-se que as quantidades diferem dependendo da idade e das condições de saúde.

Além disso, de acordo com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), os valores desejáveis para a população em geral é que seja superior a 20 ng/mL. Já para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteomalácia, raquitismos, osteoporose, hiperparatireoidismo secundário, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e renal crônica e pré-bariátricos, a recomendação é que seja entre 30 e 60 ng/mL.