O Brasil conhece nesta quinta-feira (17), o novo vencedor de “A Fazenda”. Para Flávio Ricco, colunista do R7, a edição pode ser considerada histórica por ser exibida durante a pandemia do novo coronavírus e pela seleção dos peões com personalidade marcante.
Leia a análise na íntegra: A Record exibe na noite desta quinta-feira a final de “A Fazenda 12” e, por tudo que a envolveu, pode sim ser considerada uma edição histórica. Colocar um reality show desse tamanho, no ar, principalmente no período complicado que o mundo atravessa, não foi uma tarefa fácil. O programa movimentou centenas de profissionais, diariamente, em Itapecerica da Serra, adotou um rigoroso protocolo de saúde - difícil calcular a quantidade de testes de Covid-19 -, desenvolveu dezenas de provas... Os cuidados foram dentro e fora do reality show. Claro, problemas aconteceram. Mas quem não erra em produção ao vivo e ainda mais sob pressão da audiência? No fim, no entanto, o saldo é dos mais positivos, e basta reparar nos índices e nos números das eliminações. Também chama atenção a presença de Lipe Ribeiro e Stéfani Bays entre os quatro finalistas. Quem poderia imaginar que a dupla, conhecida do "De Férias com o Ex", chegaria tão longe. Muitos imaginavam que sairiam nas primeiras eliminações. Só que não! Por sua vez, desde o início, o público já aguardava a presença de Biel e Jojo no encerramento, brigando pelo prêmio de R$ 1,5 milhão. Não deu outra! Só que essa edição de "A Fazenda" mostrou que tudo pode acontecer. Então, convém aguardar o resultado, logo mais, à noite.




