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O que fazer se sentir os sintomas da Covid?

Quem apresentar sintomas gripais, como febre, tosse, coriza, congestão nasal, dor de garganta, alteração do paladar ou olfato, deve imediatamente se isolar

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O que fazer se sentir os sintomas da Covid?
Foto: GCMais

As instruções de cuidados com relação à Covid-19 foram mudando ao longo do tempo. Com as descobertas da ciência e a prática hospitalar, algumas ações que antes eram indicadas hoje já não são mais. Um exemplo disso é a busca por um hospital somente quando os sintomas estivessem mais intensos e prolongados. Depois de mais de um ano de pandemia já se sabe que, aos primeiros sinais de Covid, é importante buscar ajuda médica, como explica a Dra Stephanie Scott, médica neurologista e plantonista da UTI do hospital São Camilo. “Qualquer pessoa que apresentar sintomas gripais, como febre, tosse, coriza, congestão nasal, dor de garganta, alteração do paladar ou olfato, deve imediatamente se isolar e procurar um serviço de saúde para ser diagnosticado e acompanhado.”

Quanto à medicação até hoje não há um consenso entre os médicos sobre o que seria o ideal. A verdade é que, pela conjunção de sintomas diversos, tem sido mais cauteloso estudar cada paciente e, com base nisso, montar um protocolo específico. Normalmente existe uma sequência que deve ser observada, como explica Scott. “Pacientes com sintomas leves precisam ser tratados com medicação sintomática, ou seja, remédio para dor e febre. Se o paciente apresentar sintomas mais graves como falta de ar, febre persistente, alteração do nível de consciência (sonolência, desorientação) ou descompensação de alguma doença de base (hipertensão, diabetes, doença pulmonar) deve imediatamente procurar assistência médica para ser avaliado e conduzido de forma adequada.”

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Diante de tantos remédios que propõem soluções milagrosas, até hoje não existe um protocolo único a ser seguido. Porém, há algo que nunca mudou desde o início da pandemia e, a cada dia, deve ser reforçado: o uso de máscaras e álcool em gel. Se não há unanimidade quanto ao tratamento há consenso quanto aos cuidados. Mãos sempre limpas ( seja com álcool ou sabão), uso de máscaras em qualquer tempo, por menor que seja a exposição e, por fim, o distanciamento social. Já foi provado que esse conjunto de ações evita a proliferação do vírus e, mesmo depois de vacinados, precisamos seguir com tais cuidados para evitarmos o surgimento de novas variantes, ainda mais perigosas.

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