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Uso do cinto de segurança no banco dianteiro cai 43% em Fortaleza
Percentual é observado após suspensão judicial da fiscalização de trânsito por videomonitoramento em Fortaleza, em setembro de 2019
IGOR SILVEIRA
Postado em 27 de maio de 2021
Uso do cinto de segurança no banco dianteiro cai 43% em Fortaleza
Foto: Divulgação ABRAMET

O Anuário da Segurança Viária de Fortaleza, divulgado neste mês de maio, aponta que o número de pessoas que utilizam o cinto de segurança no banco dianteiro caiu 43%, após a suspensão judicial da fiscalização de trânsito por videomonitoramento, na capital, em setembro de 2019. O relatório mostra que o uso do cinto no banco dianteiro por passageiro vinha crescendo desde 2015, período em que a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) iniciou o monitoramento.

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Em entrevista à Rádio Jovem Pan News Fortaleza, Flávio Cunto, professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Ceará (UFC), o uso do cinto é indispensável para a redução de acidentes e vítimas fatais no trânsito. Ouça:

 

A suspensão judicial do videomonitoramento em Fortaleza aconteceu a partir de setembro de 2019, sob a justificativa de violação de intimidade, como explica Antunes Filho, integrante da Comissão de Trânsito, Tráfego e Mobilidade Urbana da OAB Ceará.

 

A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania tentou reverter a decisão judicial tomada em 2019, mas o processo ainda tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), em Recife.

No ano de 2020, 193 pessoas morreram no trânsito da Capital e 10.800 ficaram feridas, segundo o Anuário da Segurança Viária. A Organização Mundial da Saúde afirma que usar cinto de segurança reduz o risco de morte entre motoristas e passageiros dos bancos dianteiros entre 45% e 50% no caso de uma colisão.

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