O Governo Federal, através do Ministério da Cidadania, antecipou o pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial. Agora, o calendário de depósito do benefício começa na próxima sexta-feira (18) com o dinheiro entrando na conta dos beneficiários nascidos em janeiro. Além disso, também foi antecipado o calendário de saque desta parcela, que começará a ser liberado em 1º de julho.
Este novo calendário foi oficializado por meio da Portaria nº 636, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (15). Na primeira e segunda parcela, o Governo Federal também havia antecipado o pagamento do auxílio.
Confira o novo calendário de pagamento e saque do auxílio emergencial
Depósito na conta digital
18 de junho (sexta-feira) - nascidos em janeiro 19 de junho (sábado) - nascidos em fevereiro 20 de junho (domingo) - nascidos em março 22 de junho (terça-feira) - nascidos em abril 23 de junho (quarta-feira) - nascidos em maio 24 de junho (quinta-feira) - nascidos em junho 25 de junho (sexta-feira) - nascidos em julho 26 de junho (sábado) - nascidos em agosto 27 de junho (domingo) - nascidos em setembro 29 de junho (terça-feira) - nascidos em outubro 30 de junho (quarta-feira) - nascidos em novembro e dezembro
Saque em dinheiro
1º de julho (quinta-feira) - nascidos em janeiro 2 de julho (sexta-feira) - nascidos em fevereiro 5 de julho (segunda-feira) - nascidos em março 6 de julho (terça-feira) - nascidos em abril 8 de julho (quinta-feira) - nascidos em maio 9 de julho (sexta-feira) - nascidos em junho 12 de julho (segunda-feira) - nascidos em julho 13 de julho (terça-feira) - nascidos em agosto 14 de julho (quarta-feira) - nascidos em setembro 15 de julho (quinta-feira) - nascidos em outubro 16 de julho (sexta-feira) - nascidos em novembro 19 de julho (segunda-feira) - nascidos em dezembro
O auxílio
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
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No dia 8 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício pode ser estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada.
“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, disse.
Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio emergencial serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.




