O Brasil registrou no trimestre encerrado em agosto uma taxa de desemprego de 13,2% da população, uma queda em relação aos 13,7% até o fim de julho. O resultado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (27), aponta que 13,7 milhões de brasileiros apareciam como desocupados no fim do período.
Esta é o índice de desemprego mais baixo desde o trimestre encerrado em maio de 2020, que ficou em 12,9%. Nos meses de maio, junho e julho deste ano, esse número era de 14,1 milhões. O número de pessoas ocupadas (90,2 milhões) avançou 4%, com mais 3,4 milhões no trimestre. Com isso, o nível de ocupação subiu 2 pontos percentuais, para 50,9%, o que mostra que mais da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.
Em um ano, o contingente de ocupados avançou a 8,5 milhões de pessoas. A ocupação foi impulsionada pelo aumento de 1,1 milhão de trabalhadores (4,2%) com carteira assinada no setor privado (31 milhões).
Nesta, terça-feira (26), o Ministério do Trabalho divulgou que o Brasil criou mais de 313 mil postos com carteira assinada em setembro. Neste levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Ceará manteve tendência de crescimento na geração de empregos, com mais 13.667 novas vagas de trabalho, pelo sexto mês consecutivo.
Em setembro, o nível do emprego formal teve oscilação positiva de 1,11% e atingiu o total 1.248.481 empregos com carteira assinada, no Ceará. O resultado foi puxado, principalmente, pela geração de postos de trabalho nos setores de serviços, indústria e comércio.
No acumulado do ano, o saldo entre contratações e desligamentos no mercado de trabalho cearense ficou positivo em 75.376 empregos, mantendo o estado como o segundo maior gerador de postos de trabalho no Nordeste, em 2021.




