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Pagamentos com cartões de crédito e débito movimentam R$ 680 bilhões no 3º trimestre

A forma preferida para pagamentos é pelo crédito, que movimentou mais de R$ 420 bilhões de reais

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Pagamentos com cartões de crédito e débito movimentam R$ 680 bilhões no 3º trimestre
Foto: GCMais

As compras feitas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 35% no terceiro trimestre neste ano, na comparação com o período do ano passado. O volume movimentado passou de R$ 687 bilhões nos meses de julho, agosto e setembro. 

Para se ter uma ideia, foram 8 bilhões e 200 milhões de transações com o chamado dinheiro de plástico, o que representa 63 mil operações por minuto. A forma preferida para pagamentos é pelo crédito, que movimentou mais de R$ 420 bilhões de reais. 

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Na sequência, o débito, com um total de R$ 235 bilhões e outros quase R$ 32 bilhões em operações com o cartão pré-pago. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. 

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Do montante global, R$ 146,5 bilhões foram de movimentações com cartões em compras pela internet, aplicativos ou meios não presenciais, por exemplo, por WhatsApp. 

Segundo a entidade, os meios virtuais representam 35% de todos os gastos realizados com cartões de crédito.

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Juros de cartões de crédito podem chegar a quase 900% para quem não paga o valor total da fatura

Não pagar o valor total da fatura do cartão de crédito pode multiplicar a dívida e deixá-la fora do controle dos consumidores. Valores que não são pagos em sua totalidade, corrigidos por taxas anuais de juros superiores a 300%, podem chegar a 875%, segundo a Agência Brasileira de Defesa do Consumidor.

Conferir o custo efetivo total é a melhor forma de comparar taxas de cada cartão. Cartões com anuidade gratuita devem ser as escolhas por parte do consumidor, mas alguns pontos devem ser conferidos.

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Queixas em relação às taxas ou tarifas cobradas indevidamente por instituições financeiras, ou mesmo relacionadas à falta de clareza para informações obrigatórias, podem ser apresentadas junto ao Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da própria instituição. Caso a resposta não seja satisfatória, o cliente pode acionar o Procon e até o Banco Central.

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