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Pagamentos com cartões de crédito e débito movimentam R$ 680 bilhões no 3º trimestre
A forma preferida para pagamentos é pelo crédito, que movimentou mais de R$ 420 bilhões de reais
IGOR SILVEIRA
Postado em 17 de novembro de 2021
Pagamentos com cartões de crédito e débito movimentam R$ 680 bilhões no 3º trimestre
Foto: Pexels

As compras feitas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 35% no terceiro trimestre neste ano, na comparação com o período do ano passado. O volume movimentado passou de R$ 687 bilhões nos meses de julho, agosto e setembro. 

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Para se ter uma ideia, foram 8 bilhões e 200 milhões de transações com o chamado dinheiro de plástico, o que representa 63 mil operações por minuto. A forma preferida para pagamentos é pelo crédito, que movimentou mais de R$ 420 bilhões de reais. 

Na sequência, o débito, com um total de R$ 235 bilhões e outros quase R$ 32 bilhões em operações com o cartão pré-pago. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. 

Do montante global, R$ 146,5 bilhões foram de movimentações com cartões em compras pela internet, aplicativos ou meios não presenciais, por exemplo, por WhatsApp. 

Segundo a entidade, os meios virtuais representam 35% de todos os gastos realizados com cartões de crédito.

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Juros de cartões de crédito podem chegar a quase 900% para quem não paga o valor total da fatura

Não pagar o valor total da fatura do cartão de crédito pode multiplicar a dívida e deixá-la fora do controle dos consumidores. Valores que não são pagos em sua totalidade, corrigidos por taxas anuais de juros superiores a 300%, podem chegar a 875%, segundo a Agência Brasileira de Defesa do Consumidor.

Conferir o custo efetivo total é a melhor forma de comparar taxas de cada cartão. Cartões com anuidade gratuita devem ser as escolhas por parte do consumidor, mas alguns pontos devem ser conferidos.

Queixas em relação às taxas ou tarifas cobradas indevidamente por instituições financeiras, ou mesmo relacionadas à falta de clareza para informações obrigatórias, podem ser apresentadas junto ao Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da própria instituição. Caso a resposta não seja satisfatória, o cliente pode acionar o Procon e até o Banco Central.

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