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Folgas na semana: 2022 terá nove feriados em dias úteis; veja a lista
Por outro lado, dois feriados caíram no domingo: o Dia do Trabalho, em 1º de maio, e o Natal, dia 25 de dezembro
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 3 de janeiro de 2022
Folgas na semana: 2022 terá nove feriados em dias úteis; veja a lista
Foto: João Carlos Medau / Wikipedia

O ano de 2022 tem tudo para agradar quem pretende aproveitar as folgas e descansar. Afinal de contas, serão 9 feriados em dias úteis, o que possibilitará folgas na semana para os trabalhadores.

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A primeira possibilidade é o Carnaval, em 1º de março. Já abril tem duas datas para folgar. A primeira é o dia 15, Paixão de Cristo: cai numa sexta-feira. Na semana seguinte, o feriado de Tiradentes, 21 de abril, é uma quinta.

Corpus Christi, em 16 de junho, cai também numa quinta-feira. Já o feriado da Independência do Brasil (7 de setembro) será em uma quarta-feira. O dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil (12 de outubro) vai ser comemorado em uma quarta-feira, assim como o feriado de Finados (2 de novembro).

Por fim, em novembro, a última chance para ter folgas na semana: o feriado da Proclamação da República, dia 15, será terça-feira.

Por outro lado, dois feriados caíram justamente no domingo: o Dia do Trabalho, em 1º de maio, e o Natal, dia 25 de dezembro.

O Ministério da Economia já publicou no Diário Oficial da União a lista de feriados nacionais e de ponto facultativo para a administração federal. Normalmente as empresas também seguem essas datas.

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Folgas na semana: prejuízos ao comércio

Cada feriado em dia útil gera um prejuízo R$ 2,46 bilhões ao varejo e provoca um impacto de R$ 10,12 bilhões na geração do Produto Interno Bruto, o equivalente a 0,12% do PIB anualizado. Sendo assim, os feriados de 2022 deverão impactar o excedente operacional do comércio em 9%.

Conforme a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os ramos de atividade em que a relação entre folha de pagamento e faturamento se mostra mais elevada tendem a sofrer os maiores impactos.

A estimativa é que, juntos, os segmentos de hiper e supermercados, de vestuário e calçados e o comércio automotivo, que concentram 55% das folhas de pagamento do comércio varejista brasileiro, respondam por mais da metade das perdas.

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