INVESTIGAÇÕES POLICIAIS

Suspeito de matar PM é solto em audiência de custódia após investigação

Crime ocorreu na última segunda-feira (31), no bairro Quintino Cunha, em Fortaleza.

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2 de fevereiro de 2022
Assistente de Redação vídeo

Francisco Anderson Silva Santos Ferreira, que é suspeito de envolvimento na morte do policial militar Antônio Cadorne Rodrigues Júnior, foi solto em audiência de custódia nesta terça-feira (1º), no bairro Quintino Cunha, em Fortaleza. A Justiça entendeu que a investigação policial apontava para uma pessoa de “aparência magra” como envolvida no latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o soldado da PM, o que contrasta com o perfil do suspeito.

Suspeito de matar PM é solto em audiência de custódia após investigação
Antônio Cadorne Rodrigues Júnior tinha 34 anos. Foto: Reprodução

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A informação que os PMs receberam, inicialmente, era de que Francisco, que seria obeso e usaria bolsa de colostomia, seria o comparsa do adolescente que participou da ação e trocou tiros com o soldado morto. Francisco Anderson, conhecido como “Iceberg”, responde a três homicídios, roubo, porte e posse ilegal de arma de fogo, e foi preso em flagrante.

As investigações policiais apontam para um outro perfil de suspeito para o crime: o homem que aparecia como comparsa era magro. Quem passou as informações à Polícia foi o adolescente baleado.

No episódio que vitimou o PM, ocorrido na madrugada da última segunda-feira (31), a companheira do PM morto também foi baleada durante a troca de tiros. Ela foi atingida com um tiro na região das costas, acima do quadril, sendo em seguida socorrida para o Instituto Doutor José Frota (IJF).

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Investigações indicam outro perfil de suspeito de matar PM

O  Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Estado Ceará, por sua vez, mostrou que as informações que o adolescente repassou antes de morrer não foram confirmadas e que o comparsa não era Francisco Anderson, mas sim uma pessoa magra e que, portanto, não apresentava as mesmas características que o sujeito que foi preso.

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Por fim, as imagens das câmeras de segurança indicaram outra pessoa, que estava sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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