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Candidatos à Presidência do Brasil terão segurança reforçada pela Polícia Federal
Proteção aos candidatos à Presidência se deve às condições acirradas da disputa entre os oponentes Lula e Bolsonaro.
Redação GCMAIS
Postado em 2 de maio de 2022
Candidatos à Presidência do Brasil terão segurança reforçada pela Polícia Federal
Foto: Polícia Federal

A polarização nas discussões políticas envolvendo os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) levou a Polícia Federal a reforçar o esquema de segurança dos candidatos ao cargo de presidente nas eleições de outubro deste ano. As informações foram apuradas pelo jornal Folha de S. Paulo.

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Segundo o jornal, a decisão da PF se deu após as ocorrências das eleições de 2018, que foram marcadas pelo atentado sofrido pelo então candidato Jair Bolsonaro e por ameaças à campanha do petista Fernando Haddad.

Com a novidade no reforço da segurança dos presidenciáveis, os candidatos terão que informar à PF suas agendas com 48 horas de antecedência, além de fazer um “relato circunstanciado de eventuais situações críticas ou relacionadas à campanha eleitoral que ensejam um maior risco ao candidato”. Os agentes da Polícia Federal também deverão cumprir regras específicas.

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Segurança reforçada

Ainda segundo apuração do jornal, os agentes da Polícia Federal vão fazer análises de risco das situações, que vão ser avaliadas de um a cinco, de acordo com os perfis dos candidatos. A partir dessa análise será definido o tamanho da equipe que fará a segurança de cada candidato. Em caso de situações que envolvam muito risco, os agentes poderão desaconselhar a ida do candidato a eventos específicos.

Terão direito à segurança da PF, os candidatos à Presidência a partir das homologações de candidatura, que poderão ser feitas a partir do dia 20 de julho, com o início das convenções partidárias.

Os presidenciáveis também poderão contar com esquema privado de proteção, caso a PF julgue necessário ou dependendo da vontade dos candidatos.

Os agentes que farão o serviço vão passar por um treinamento especial para proteger os candidatos.

Até 2018, os candidatos poderiam aceitar ou não o reforço na segurança feito pela PF com base em uma portaria específica do Ministério da Justiça.

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