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REAJUSTE HISTÓRICO
Mais de 51 mil cearenses serão afetados com o aumento de até 15,5% nos planos de saúde
Trata-se do maior reajuste anual de planos de saúde já aprovado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, criada em 2000
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 27 de maio de 2022
Mais de 51 mil cearenses serão afetados com o aumento de até 15,5% nos planos de saúde
Foto: Divulgação

No Ceará, 51,3 mil beneficiários de planos de saúde serão afetados com o aumento de até 15,5% nos valores. Nesta quinta-feira (26), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou o índice máximo de reajuste anual para os planos individuais e familiares.

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Este é o maior reajuste anual de planos de saúde já aprovado pela Agência, criada em 2000. As operadoras dos planos de saúde poderão aplicar o índice em mensalidades cobradas entre maio de 2022 a abril de 2023. No entanto, a atualização dos valores só poderá ser realizada a partir da data de aniversário de cada contrato. Caso o mês de aniversário do contrato seja maio, é possível a cobrança retroativa do reajuste.

A decisão não se aplica aos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Ela incide apenas nas mensalidades dos contratos individuais e familiares firmados a partir de janeiro de 1999. São aproximadamente 8 milhões de beneficiários, o que corresponde a 16,3% do mercado de saúde suplementar.

Aumento nos planos de saúde

O aumento histórico ocorre um ano após a ANS ter aprovado pela primeira vez um reajuste negativo. Em 2021, as operadoras foram obrigadas a reduzir as mensalidades em pelo menos 8,19%, porque ficou constatada uma queda generalizada na demanda por serviços de saúde em meio ao isolamento social decorrente da pandemia da covid-19. No período, os planos registraram uma redução de custos.

A proposta de reajuste foi submetida ao Ministério da Economia no início do mês. A pasta emitiu nota técnica aprovando a aplicação da metodologia na última segunda-feira (23). Segundo a ANS, a atual fórmula para cálculo do reajuste anual foi adotada em 2018. O cálculo é influenciado principalmente pela variação das despesas assistenciais do ano anterior. Também leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país.

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