INCLUSÃO SOCIAL

Conheça a “Casa Transformar”, projeto de acolhimento LGBTQIAP+ que funciona em Fortaleza

A iniciativa oferece diversos serviços como apoio financeiro, psicológico, social, alimentação e moradia.

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21 de julho de 2022
Glauber Sousa

A Casa Transformar é uma organização não-governamental que oferece apoio e acolhimento às pessoas da comunidade LGBTQIAP+ que se encontram em situação de vulnerabilidade, violência e exclusão familiar. A iniciativa oferece diversos serviços, entre eles, apoio financeiro, psicológico, social, alimentação e moradia.

Conheça a “Casa Transformar”, projeto de acolhimento LGBTQIAP+ que funciona em Fortaleza
Foto: Reprodução/ Instagram

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Localizada em Fortaleza, a instituição foi fundada por Lara Nicole (Nik Hot) e Davy Lima. O projeto iniciou suas atividades oficiais em outubro de 2019, porém, Nik e Davy, já acolhiam desde o final do ano de 2017.

Os organizadores da Casa entendem que a comunidade LGBTQIAP+ precisa lutar constantemente por inclusão na sociedade. Por isso, também são ofertados cursos e workshops de profissionalização para todos que procuram acolhimento no local.

As atividades são oferecidas gratuitamente e de forma voluntária. O projeto conta com cursos de italiano, inglês, defesa pessoal e inclusão no esporte através das aulas de jiu-jitsu.

A Casa Transformar não tem apoio de nenhum órgão público, por isso o funcionamento do projeto se dá por doações.

Apoie a Casa Transformar

PIX: casatransformarlgbt@gmail.com

PIC PAY: @casatransformar

VAKINHA

Confira mais informações na matéria:

Quatro em cada dez LGBTQIAP+ dizem ter sofrido discriminação no trabalho

Quatro em cada dez pessoas LGBTQIAP+ relatam ter sofrido discriminação no ambiente de trabalho, de acordo com levantamento divulgado em junho deste ano pelo LinkedIn, rede social voltada aos negócios. A porcentagem aumentou em relação a 2019, ano em que foi feito o primeiro levantamento, quando 35% relataram ter sofrido preconceito no trabalho.

O estudo mostra que 8 em cada 10 pessoas LGBTQIAP+, grupo que inclui lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis, queer, intersexuais, assexuais e pansexuais, sentem-se confortáveis para compartilhar a identidade de gênero e a orientação sexual no ambiente de trabalho. Apesar disso, 43% dizem já ter sido vítima de preconceito, principalmente por meio de piadas e comentários homofóbicos.

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