A seleção brasileira volta a campo nesta terça-feira (17) para enfrentar o Uruguai, às 21h (horário de Brasília), no estádio Centenário, em Montevidéu. O duelo pode ser considerado o maior desafio do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americana para a Copa do Mundo de 2026, até aqui, após três jogos disputados.
Na campanha das Eliminatórias até o momento, a seleção brasileira soma dias vitórias e um empate. Estreou diante da Bolívia e goleou por 5 a 1. Na sequência, venceu a seleção peruana por 1 a 0). Na última quinta-feira, a equipe canarinho empatou com a Venezuela em 1 a 1, em partida disputada na Arena Pantanal, em Cuiabá, com uma atuação muito ruim.
Dessa forma, o Brasil caiu para a segunda posição da classificação da competição com sete pontos, dois a menos do que a líder Argentina.
Agora, diante de um Uruguai renovado (após a chegada do técnico Marcelo Bielsa e que não aposta mais nos experientes atacantes Edinson Cavani e Luis Suarez), a seleção brasileira espera se dar bem e reencontrar o caminho da vitória. O técnico Fernando Diniz deve promover mudanças em sua equipe titular que lhe permitam buscar a vitória mesmo atuando fora de casa diante de um forte adversário.
A primeira troca será feita por necessidade, com a entrada do lateral Yan Couto no lugar do lesionado Danilo. Além disso, Guilherme Arana dá lugar a Carlos Augusto, enquanto Richarlison perde a vaga para Gabriel Jesus. Com isso, o Brasil deve entrar em campo com: Ederson; Yan Couto, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães e Neymar; Rodrygo, Vinícius Júnior e Gabriel Jesus.
Mesmo com as mudanças, Diniz não espera facilidades no jogo disputado em Montevidéu: “Espero um jogo muito difícil, com as duas equipes procurando o protagonismo. Acho que tem as características do [Marcelo] Bielsa, que todos conhecem. A minha também é. Então, teremos um jogo muito disputado”, afirmou.
Seleção brasileira enfrenta um Uruguai renovado
Assim como o Brasil, após a disputa da Copa do Mundo do Catar a seleção do Uruguai apostou em uma mudança de comando técnico. Se, no Brasil, Tite foi substituído por Fernando Diniz, e quem sabe pelo italiano Carlo Ancelotti, no Uruguai Marcelo Bielsa foi o escolhido para entrar no lugar de Diego Alonso, que seguiu para o comando do Sevilla (Espanha).




