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Saiba como o americano Paul Edmonds conseguiu a cura da leucemia e do HIV

Edmonds recebeu um transplante de células-tronco de um doador com uma mutação rara que torna as pessoas resistentes ao HIV.

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Saiba como o americano Paul Edmonds conseguiu a cura da leucemia e do HIV
Foto: GCMais

O americano Paul Edmonds, que conseguiu superar um tipo raro de câncer no sangue e também o HIV por meio de um transplante de células-tronco, compartilhou detalhes de sua jornada à imprensa. Ele se tornou a quinta pessoa no mundo a entrar em remissão completa do HIV, um feito notável na luta contra a doença.

Além do HIV, Paul Edmonds teve que lidar com a leucemia

A história médica de Edmonds começou em 1988, quando foi diagnosticado com AIDS, uma sentença de morte na época. Graças a avanços médicos e sua própria determinação, ele sobreviveu e prosperou após o diagnóstico. No entanto, em 2018, foi diagnosticado com leucemia, levando-o a procurar tratamento no City of Hope Medical Center, na Califórnia.

Durante o tratamento para leucemia, os médicos viram a oportunidade de tentar curá-lo também do HIV. Edmonds recebeu um transplante de células-tronco de um doador com uma mutação rara que torna as pessoas resistentes ao HIV. O transplante foi bem-sucedido, resultando não apenas na remissão do câncer, mas também na remissão do HIV.

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Quatro anos após o transplante e dois anos após interromper a medicação para o HIV, o vírus não mostra sinais de retorno. Edmonds é agora a pessoa mais velha a ser curada do HIV e a que vive com o vírus há mais tempo.

Embora não exista uma cura generalizada para o HIV, os avanços médicos estão aproximando os cientistas de uma solução. A história de Edmonds é única porque seu tratamento foi menos intensivo, o que pode tornar o procedimento aplicável a uma gama mais ampla de pacientes com câncer e HIV.

Edmonds pediu a todos que façam o teste de HIV, enfatizando que a ignorância é a maior ameaça. Ele destaca que os avanços médicos modernos permitem que as pessoas vivam mais tempo e com mais saúde, e que a detecção precoce pode salvar vidas.

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