A IMPORTÂNCIA DA DOAÇÃO

Mais de 1.200 pessoas estão na fila de espera por um órgão no Ceará

O Grupo Cidade de Comunicação apoia a causa da doação de órgãos por meio da Campanha Maria Sofia, que incentiva essa corrente de amor, esperança e vida.

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19 de abril de 2024
Portal GCMAIS

Mais de 1200 pessoas estão na fila de espera por um órgão no Ceará. Em todo o país mais de 59 mil brasileiros estão nessa fila, de acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. O Grupo Cidade de Comunicação apoia a causa da doação de órgãos por meio da Campanha Maria Sofia, que incentiva essa corrente de amor, esperança e vida.

Diagnosticado com insuficiência renal crônica, o presidente da Associação de Pacientes Renais do Ceará, Rony Bezerra, precisou passar por um transplante de rim na década de 1990. Decorridos mais de trinta anos, ele vê a vida com um novo sentido. “Graças a Deus nós tivemos a sorte de ter uma família muito unida e minha irmã dedicou-se a doar e salvar minha vida e ali eu tive uma chance, uma segunda vida graça ao transplante”, afirma.

Pode ser doador qualquer pessoa diagnosticada com morte encefálica. No Brasil, a doação de órgãos e tecidos só é realizada com autorização familiar. “Com o diagnóstico de morte encefálica é possível você ser doador de coração, pulmão, fígado, rins, pâncreas, intestino, pele, osso, córneas, mas para isso a sua família tem que dar a autorização”, explica Aline Braga, Coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Pransplantes do IJF.

Segundo ela, é possível também ser doador de órgão ainda em vida. “Desde que essa doação não vá lhe causar nenhum mal, nenhum dano, então eu posso doar um rim, porque eu consigo viver tranquilamente só com um, posso doar uma parte do fígado, uma parte do pulmão e essa doação ela pode acontecer entre cônjuges, pais, filhos”, esclarece.

Ao tomar a decisão, quem escolhe ser doador em vida, precisa ser avaliado por profissionais em relação aos riscos. Adotar hábitos mais saudáveis é fundamental para garantir a qualidade de vida. “A legislação permite essa doação de familiares até o quarto grau. Antes do ato da doação é feita uma série de exames para ver se há algum risco à saúde dele e deve adquirir hábitos saudáveis”, ressalta Aline.

“Se desejar ser doador, autorize sua família porque você doa seu corpo para o cemitério para que haja a decomposição do seu corpo e porque não se doa os órgãos? Salve vida, doe órgãos”, reforça Rony Bezerra.

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