Oito empresas de segurança clandestinas no Ceará foram autuadas pela Polícia Federal (PF) na Operação Segurança Legal VIII. Deflagrada na última quinta-feira (23), a operação tem o objetivo de encerrar a atividade de empresas de segurança privada que não possuem autorização. No Ceará, foram quatro empresas em Fortaleza e quatro em Juazeiro do Norte.
Atuar de forma clandestina é considerada infração. As empresas autuadas vão ser penalizadas com multa. Os valores, dependendo do caso e da gravidade, podem variar entre R$ 500 e R$ 1.250. Dos oito registros da operação, três foram por não comunicar eventos. Duas empresas foram autuadas por manter vigilantes sem fazer o curso de vigilância. Outras duas estavam mantendo os vigilantes com os cursos de vigilância vencido, além da ausência do curso de reciclagem. E uma empresa foi multada por não estar prestando informações solicitadas pela equipe de fiscalização.
Sobe para nove o número de empresas clandestinas que foram encerradas pela Delegacia de Controle de Segurança Privada no Estado (DELESP/CE), em 2024. Todas estavam funcionando sem a devida autorização da Polícia Federal.
A Operação Segurança Legal ocorreu nas 25 capitais do país, além do Distrito Federal, e nas 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal. Foram fiscalizados aproximadamente 500 estabelecimentos.
Oito empresas de segurança privada clandestinas são autuadas
Empresas que atuam de forma clandestina não observam os requisitos mínimos previstos na legislação para o funcionamento. De acordo com a PF, no Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela corporação podem prestar serviços e realizar contratação de vigilantes.
Segundo a PF, a contratação de serviços de segurança privada clandestinos coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os profissionais não se submetem ao controle da Polícia Federal.




