Neste domingo (26), às 12h28, o som de uma sirene reverberou pela Avenida Paulista, em São Paulo, em memória das 272 vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, ocorrido há seis anos. A homenagem foi organizada pelo Instituto Camila e Luiz Taliberti, com o objetivo de lembrar as vidas perdidas e reforçar o compromisso com a prevenção de tragédias semelhantes.
A escolha pelo toque da sirene no horário exato da tragédia simboliza o alerta que, na ocasião, nunca soou. A data foi marcada por um ato público que incluiu distribuição de sementes de girassóis, intervenções artísticas e atividades como plantio de mudas e pintura em argila com crianças.
“Não é um luto normal porque sabemos que poderia ter sido evitado. É uma dor diária causada pela ausência deles e pela impunidade”, declarou Helena. A presidente reforçou a importância de manter a memória viva para evitar novos desastres e pediu celeridade na busca por justiça.
O evento na Avenida Paulista ocorre anualmente para ampliar a conscientização sobre os impactos do desastre e reforçar o pedido por justiça. A cerimônia terminou com o compromisso de manter viva a memória das vítimas e a luta para que episódios como o de Brumadinho jamais se repitam.




