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Polícia Civil realiza 2ª fase de operação contra suspeitos de ataques a empresas de internet no Ceará

As pessoas investigadas seriam ligadas a uma organização criminosa de origem carioca, com atuação no município de Caridade, no Ceará

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Polícia Civil realiza 2ª fase de operação contra suspeitos de ataques a empresas de internet no Ceará
Foto: GCMais

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) executa nesta sexta-feira (14) a segunda fase da Operação Strike, que mira suspeitos de ataques a empresas provedoras de internet no estado. São cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Caridade, Canindé e Fortaleza.

Até as 7 horas desta sexta, três suspeitos foram presos. Além disso, cinco veículos e uma arma de fogo foram apreendidos pelos agentes de segurança.

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Segundo a Polícia Civil, a segunda fase da Operação Strike é fruto de um trabalho investigativo, desenvolvido nos últimos meses, que busca atingir pessoas ligadas a uma organização criminosa de origem carioca com atuação no município de Caridade. O grupo é apontado como responsável pelos últimos ataques aos provedores de internet da cidade, tendo ainda ligação com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, homicídios e outros crimes.

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Mais detalhes sobre a ação serão repassados em coletiva de imprensa a ocorrer ainda na manhã desta sexta, na sede da Polícia Civil cearense, no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Fortaleza.

Primeira fase

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Na manhã da última quarta-feira (12), a Polícia Civil deflagrou a primeira fase da Operação Strike. Na ocasião, cinco proprietários de empresas provedoras de internet foram presos em flagrante. A operação também cumpriu 12 mandados de prisão contra membros da organização criminosa investigada e 37 mandados de busca e apreensão, incluindo 14 contra empresas de telecomunicação.

De acordo com a PCCE, os donos das empresas estavam envolvidos em atividades ilícitas, como a realização clandestina de serviços de telecomunicações e receptação de materiais roubados. Os empresários foram levados à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), onde prestaram depoimento, e o material apreendido durante a operação foi analisado pelas autoridades.

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