Fortaleza foi palco de um exercício militar envolvendo as Marinhas do Brasil e da França, envolvendo cerca de 1.200 militares. A operação “Jeanne d’Arc 2025” reuniu 600 brasileiros e 600 franceses em uma simulação de defesa anfíbia na Praia Mansa, no Porto do Mucuripe. O treinamento teve como objetivo aprimorar a cooperação entre os dois países e fortalecer suas capacidades operacionais.
O exercício simulou a defesa de uma nação fictícia, representada pelo território cearense. A ação contou com fuzileiros navais, carros anfíbios, navios, lança-foguetes e helicópteros, além de sistemas avançados de artilharia. Entre os equipamentos utilizados estavam o Navio Doca Multipropósito (NDM) Bahia, da Marinha do Brasil, e o Porta-Helicópteros Anfíbio Mistral, da França, ambos considerados peças-chave para operações anfíbias.
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Segundo o Almirante de Esquadra Cláudio Mello, da Marinha do Brasil, a escolha de Fortaleza como sede se deu por sua localização estratégica e infraestrutura portuária. Ele destacou que a cidade é o segundo maior hub de cabos submarinos do mundo, responsáveis por 99% das comunicações internacionais.
Marinha do Brasil e Forças Armadas da França fazem treinamento na costa de Fortaleza
O Capitão de Mar e Guerra Matthieu Dejour, adido de Defesa da França, ressaltou os benefícios mútuos da operação. “O benefício para a França é essa possibilidade de treinar com as tropas anfíbias brasileiras, que têm essa habilidade, nesse contexto, nesse ambiente. Então, as tropas francesas aqui aprendem muito com as tropas brasileiras.”
Esta é a segunda vez que Fortaleza sedia a operação Jeanne d’Arc. A Marinha do Brasil planeja realizar outros treinamentos conjuntos com países aliados ainda este ano.
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