O crime foi registrado por câmeras de segurança e denunciado pela vítima nas redes sociais em março do mesmo ano
Defesa de nutricionista assediada em elevador recorre do valor da indenização e cobra R$ 300 mil
Os advogados da nutricionista Larissa Duarte, que foi assediada em um elevador em fevereiro de 2024, recorreram à Justiça para aumentar a indenização por danos morais em processo contra o empresário Israel Leal Bandeira Neto. Larissa foi vítima de importunação sexual ao ter partes íntimas apalpadas em um prédio comercial de Fortaleza, em fevereiro de 2024. O crime foi registrado por câmeras de segurança e denunciado pela vítima nas redes sociais em março do mesmo ano.

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Na decisão de primeira instância, proferida em 6 de fevereiro deste ano pela 21ª Vara Cível de Fortaleza, o empresário foi condenado a pagar R$ 100 mil de indenização. No entanto, tanto a defesa da nutricionista quanto a do condenado recorreram: Larissa pede o aumento para R$ 300 mil, enquanto Israel Leal solicita a redução do valor.
Em nota, a defesa de Larissa Duarte justificou o pedido de aumento afirmando que a indenização precisa refletir não apenas a reparação pelo sofrimento causado, mas também servir como um alerta para prevenir atos semelhantes. “O objetivo é que o montante reflita não apenas a reparação pelo sofrimento causado, mas também funcione como um exemplo para que atos criminosos como esse não se repitam”, diz o comunicado.
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Os advogados de Larissa também ressaltaram a necessidade de considerar a capacidade econômica do empresário na definição do valor. “Quando a sanção é sentida no bolso, ela tem maior potencial de conscientização, prevenindo futuras condutas semelhantes. A sociedade não tolera mais esse tipo de comportamento, e é importante que a Justiça também reflita essa mudança de postura”, conclui a nota.
Paralelamente à ação cível, Israel Leal responde a um processo criminal pelo crime de importunação sexual, que prevê pena de um a cinco anos de reclusão. Em março de 2024, o Ministério Público apresentou denúncia contra ele, aceita pela Justiça, tornando-o réu no processo. Na ocasião, o MP também solicitou sua prisão preventiva, mas o pedido foi negado. Em vez disso, a Justiça determinou que ele fosse monitorado por tornozeleira eletrônica. O caso tramita em segredo de Justiça.
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