Durante a ação criminosa, outros itens do velório também foram queimados
Criminosos invadem velório e incendeiam caixão com corpo de rival no Ceará; vídeo
Na manhã desta terça-feira (1º), um grupo criminoso invadiu um velório na localidade de Bonfim, em Trairi, no Ceará, e ateou fogo ao caixão que continha o corpo de um homem morto em confronto com a polícia. Durante a ação criminosa, outros itens do velório também foram queimados.

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Polícia Militar do Ceará (PMCE) deteve quatro suspeitos pelo crime de vilipêndio a cadáver. Eles foram encaminhados a uma unidade policial para prestar esclarecimentos. O caso está sob investigação da Delegacia Municipal de Trairi, que busca esclarecer as motivações do ataque.
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Criminosos invadem velório e incendeiam caixão no Ceará
O homem que estava sendo velado era apontado como integrante de uma facção criminosa. Ele foi morto na segunda-feira (31) durante uma operação policial na localidade de Baixa, na zona rural de Santana do Acaraú. A ação foi conduzida pela Polícia Civil, com apoio do Comando Tático Rural (Cotar) e do Batalhão Especial de Polícia do Interior (BEPI), e resultou na morte de três suspeitos, além da apreensão de armas, munições e celulares.
Segundo a Polícia Militar, o confronto ocorreu em um cemitério no centro da cidade, após denúncias sobre a presença de homens armados planejando um ataque contra um grupo rival. Os suspeitos, ao perceberem a chegada da polícia, tentaram fugir pulando o muro do local. Durante a abordagem, houve troca de tiros, e três criminosos foram mortos. Um quarto integrante conseguiu escapar e segue foragido.
A polícia informou ainda que o grupo alvo da operação era suspeito de envolvimento em diversos crimes na região e continua mobilizada para localizar o fugitivo.
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Vilipêndio a cadáver
Vilipêndio a cadáver é um crime previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro e se refere ao ato de desrespeitar, ridicularizar ou ofender a honra de um corpo após a morte. A pena para esse delito varia de 1 a 3 anos de prisão.
Em casos de flagrante, a pessoa acusada passa por uma audiência de custódia, onde o juiz avalia se há justificativa para a manutenção da prisão. Caso preencha os requisitos legais, o suspeito pode responder ao processo em liberdade.
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