Fortaleza já confirmou 11 casos de leptospirose em 2025. Embora não tenha registros de mortes neste ano, a Prefeitura reforça o alerta para os riscos da doença infecciosa, que costuma se intensificar durante o período chuvoso. Em 2024, foram registrados 38 casos e quatro óbitos.
Transmitida principalmente pelo contato da pele com água contaminada pela urina de roedores, a leptospirose pode afetar humanos e animais domésticos. Os principais sintomas incluem febre, dores no corpo e mal-estar.
Para prevenir a doença, as autoridades orientam evitar o contato com águas de alagamentos, vedar caixas d’água, armazenar alimentos corretamente, fechar fendas em portas e paredes, além de manter o lixo descartado de forma adequada. Em caso de exposição, é fundamental higienizar bem a pele e buscar atendimento em um dos 134 postos de saúde do município. A população pode solicitar ações de combate a roedores por meio da Central 156.
Casos de leptospirose em Fortaleza
A Secretaria Municipal da Saúde, por meio da Célula de Vigilância Ambiental (Cevam), intensificou as ações em áreas com maior incidência de casos. Segundo Josete Malheiro, coordenador de Vigilância em Saúde, o trabalho é reforçado em regiões vulneráveis e locais públicos de grande circulação, como praças e a Beira-Mar.
“A estratégia de combate à leptospirose inclui o reforço em áreas vulneráveis à doença e regiões que tiveram casos humanos nos últimos 10 anos. Além disso, as equipes atuam em áreas públicas de grande circulação, como praças e a região da Beira-Mar, visando ao controle dos roedores para reduzir a propagação da doença”, comentou o coordenador de Vigilância em Saúde do município.




