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Festival Mi está com inscrições abertas para 20ª edição

Evento ocorre de 20 a 26 de julho. Inscrições são gratuitas e podem participar músicos profissionais e estudantes, arte-educadores, pesquisadores e demais interessados, com idade mínima de 16 anos

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Festival Mi está com inscrições abertas para 20ª edição
Foto: GCMais

O Festival Mi – Música na Ibiapaba chega à 20ª edição no período de 20 a 26 de julho de 2025. As inscrições para o processo seletivo de participantes podem ser feitas até o dia 25 deste mês no Mapa Cultural do Ceará, onde estão disponíveis a ficha de inscrição, a lista de oficinas e o regulamento do processo seletivo. São oferecidas 67 oficinas, somando 700 vagas.

As inscrições são gratuitas e podem participar músicos profissionais e estudantes, arte-educadores, pesquisadores e demais interessados, com idade mínima de 16 anos. A seleção acontece em duas etapas, e a lista final dos participantes será divulgada até 4 de julho.

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Festival Mi - Música na Ibiapaba

O Festival Mi - Música na Ibiapaba contará também com atividades no Sertão de Quixadá, na Casa de Antônio Conselheiro, em Quixeramobim, como ações continuadas do Mi.

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“Trata-se de uma peça fundamental do processo de interiorização de políticas culturais e desenvolvimento da cultura musical do Ceará”, destacou a secretária da Cultura do Ceará, Luisa Cela.

Além de oficinas, o Festival leva aos palcos apresentações musicais de alunos e professores participantes e de artistas convidados, que dialogam com diversas experiências formativas. As inscrições e todas as atividades são gratuitas.

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Mais cultura

Ao longo de uma semana no mês de julho, a cidade de Viçosa do Ceará se transforma com a música entoando em escolas, teatro, ruas e praças. É uma verdadeira imersão musical, que envolve participantes do festival, moradores e visitantes, atraídos pelos encantos ambientais e patrimoniais da região da Ibiapaba, e pela programação artística.

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Nos palcos, apresentam-se estudantes e docentes participantes e músicos convidados, que dialogam com diversas experiências formativas. O acesso é gratuito.
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O Festival busca aprimorar e desenvolver a cultura musical, promover diálogos e a troca de saberes, além de revelar novos talentos e valorizar instrumentistas, compositores e técnicos da cadeia produtiva da música no Ceará e no Brasil.

As oficinas

Uma rica programação formativa acontece no Festival Mi, com oficinas principais, práticas de grupo e oficinas optativas. Os participantes podem se inscrever em até quatro atividades. Cada participante poderá escolher uma oficina principal, uma prática de grupo e atividades optativas, conforme a sua formação e interesse.

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“Neste ano que completamos duas décadas de criação, o festival está com uma programação incrível e diferenciada. Teremos oficinas de instrumento, canto, voltadas às áreas de criação e composição, acessibilidade, produção musical, além de vários grupos musicais como MPB, Choro, Regional, Pop Rock, Camerata de Violões, Banda Sinfônica, Orquestra de Cordas e Orquestra Sinfônica”, afirmou Liu Man Ying, que assina a coordenação pedagógica ao lado de Leandro Serafim.
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Acessibilidade

A acessibilidade cultural faz parte do 20º Festival Mi. Há pessoas com deficiência na organização, produção, no quadro de docentes e artistas. Entre as atividades, serão realizadas na área de acessibilidade oficina de Educação musical para Autistas, Educação musical para pessoas com deficiência visual, ambas principais, além das oficinas optativas de Planejamento de aula em ambientes inclusivos, Material didático acessível para pessoas com deficiência visual e oficina voltada para pessoas surdas, que traz uma proposta artística.

“Nós pensamos em oferecer esta oficina para que as pessoas consigam incorporar Libras e música, pois nós, Surdos, não precisamos perceber o som como arte. Queremos fazer com que os Surdos consigam 'ver' o som da música para poder dançar, sentir, entender, sinalizar e traduzir. Vamos trabalhar com recursos visuais, como classificadores, incorporação e performance em Libras, que não são apenas linguísticos, mas também artísticos”, ressaltou Lyvia Cruz, professora da oficina Libras Musical.
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