Apesar do fim do Auxílio-emergencial em 2021, ainda é possível garantir benefícios que chegam a R$ 1.200 ou até mais. Para receber os benefícios, é necessário ter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).
Programas como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) seguem ativos e são alternativas para quem enfrenta dificuldades financeiras.
O Bolsa Família oferece uma renda mínima de R$ 600, que pode ser ampliada com adicionais: R$ 150 por criança de até seis anos e R$ 50 para gestantes ou jovens entre 7 e 18 anos. Já o BPC paga um salário mínimo — hoje em R$ 1.412 — a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.
O Bolsa Família atende famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa. O BPC é destinado a quem tem renda inferior a um quarto do salário mínimo, cerca de R$ 353 por pessoa.
A recomendação é manter os dados sempre atualizados para evitar bloqueios. O governo também reforça que não pede informações pessoais por SMS, e-mails ou redes sociais. As consultas oficiais devem ser feitas pelos canais do INSS, pelo telefone 135 ou presencialmente no CRAS.
Como solicitar benefício de R$ 1.200:
- Bolsa Família: cadastro ou atualização no CadÚnico, presencialmente no CRAS.
- BPC: pedido pelo site ou aplicativo Meu INSS, ou pelo telefone 135.
Os dois programas são, hoje, as principais formas de garantir uma renda mensal para quem precisa, substituindo o valor que muitas famílias recebiam no Auxílio-emergencial.




