O CEO da Tesla, Elon Musk, disse na noite desta quarta-feira, 28, que terminou seu "tempo programado" no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) e que deixará sua função no governo Trump.
"Com o fim do meu tempo programado como Funcionário Especial do Governo, gostaria de agradecer ao presidente Donald Trump pela oportunidade de reduzir os gastos desnecessários", escreveu ele na sua rede social, o X.
Musk ainda afirmou que a missão DOGE só se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida em todo o governo".
Em entrevistas anteriores, o bilionário já havia sinalizado que sairia da administração pública em breve para focar nas suas empresas.
Musk deixa governo Trump: 'Gostaria de agradecer pela oportunidade'
Conforme o "The Washington Post", duas fontes familiarizadas com o assunto revelaram que Musk tentou intervir nas tarifas durante conversas com Trump.
O jornal comenta também que, como CEO da Tesla, Musk via as tarifas como prejudiciais aos negócios da empresa — que tem na China e nos Estados Unidos seus principais centros de fabricação e consumo.
O irmão de Musk, Kimbal Musk, criticou Trump nas redes sociais, ao escrever que a medida adotada pelo governo criou um "imposto estrutural e permanente sobre o consumidor americano".
"Quem imaginaria que Trump seria o presidente americano com os impostos mais altos em gerações?", publicou. "Um imposto sobre o consumo também significa menos consumo. O que significa menos empregos."




