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Sem luz e sem internet? Especialistas temem apagão mundial em 2025; entenda

As preocupações sobre o cenário de um apagão global vêm crescendo nos últimos anos, à medida que a dependência de eletricidade e internet se torna ainda mais intensa

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Sem luz e sem internet? Especialistas temem apagão mundial em 2025; entenda
Foto: GCMais

Especialistas alertam para o risco de um apagão mundial que pode deixar milhões de pessoas sem luz e sem internet em 2025, afetando não apenas o conforto cotidiano, mas também serviços essenciais e a economia global. De acordo com cientistas e técnicos de diferentes áreas, uma combinação de fatores como tempestades solares, falhas nas redes elétricas e ataques cibernéticos pode desencadear um colapso simultâneo nas infraestruturas de energia e comunicação ao redor do mundo.

As preocupações sobre o cenário de um apagão global vêm crescendo nos últimos anos, à medida que a dependência de eletricidade e internet se torna ainda mais intensa. A estrutura das redes elétricas é, em muitos países, antiga e vulnerável a eventuais picos de carga ou a danos causados por fenômenos naturais, como tempestades geomagnéticas geradas por erupções solares. Além disso, a internet, que depende de servidores, cabos submarinos e equipamentos que precisam estar constantemente alimentados, pode ser duramente impactada por quedas prolongadas de energia.

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Essas tempestades solares, também chamadas de ejeções de massa coronal (EMC), são capazes de gerar tempestades geomagnéticas poderosas, que interferem em equipamentos eletrônicos essenciais para a operação das infraestruturas modernas. A potencialidade do desastre reside na possibilidade dessas partículas induzirem correntes elétricas em cabos subterrâneos e transformadores, fazendo com que redes de energia em diferentes países possam falhar simultaneamente. Além disso, sinais de satélites, sistemas de navegação GPS, telefonia e internet estão entre os serviços mais vulneráveis às ondas eletromagnéticas desses fenômenos.

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Preocupação crescente entre cientistas e órgãos internacionais como a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) e a NASA leva ao monitoramento constante do Sol, que está passando por um ciclo de alta atividade previsto para durar até 2026. Durante o ciclo solar, o número de manchas e explosões solares aumenta, e este ano tem impressionado os especialistas, já que apresenta uma atividade maior do que a estimada inicialmente.

O risco de apagão global em 2025 traz sérias implicações para a sociedade. Em um mundo totalmente dependente da energia elétrica e da conectividade digital, uma falha prolongada poderia paralisar hospitais, indústrias e sistemas de abastecimento de água e combustíveis. Isso comprometeria tratamentos médicos, transporte, segurança alimentar e provocaria um impacto socioeconômico sem precedentes. Na parte das comunicações, a queda da internet e dos serviços por satélite dificultaria não apenas o uso cotidiano, mas também a coordenação de operações de emergência e a manutenção da ordem pública.

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Mundo sem luz e sem internet em 2025?

Casos históricos ilustram os perigos dessas tempestades. Em 1989, uma tempestade geomagnética causou um apagão de 12 horas na província canadense de Quebec, enfatizando a fragilidade das redes contra esses eventos. E a referência clássica é o Evento Carrington, de 1859, a maior tempestade solar já registrada, que causou graves danos em sistemas telegráficos da época. Atualmente, um fenômeno similar teria consequências muito mais devastadoras devido à interconectividade e dependência tecnológica.

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Para amenizar os efeitos, diversos países e instituições têm desenvolvido estratégias de proteção, como sistemas de alerta precoce e protocolos para desligamento controlado de equipamentos críticos. Medidas voltadas para a blindagem de transformadores e satélites também estão em pauta. A colaboração internacional e investimento em tecnologias de resiliência são apontados como as melhores defesas contra esse cenário alarmante.

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Embora não seja possível prever com exatidão quando ou se o apagão se concretizará, a ciência reforça a necessidade de preparação e atenção contínua durante o pico do ciclo solar. A conjunção entre fenômenos naturais e a fragilidade das estruturas humanas transforma o risco em um chamado para a adaptação e inovação, para que nem em 2025 fiquemos sem luz e sem internet.

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