Auckland, na Nova Zelândia, deu as boas-vindas a 2026 com um espetáculo pirotécnico inédito na Sky Tower, o edifício mais alto do país, que lançou 3.500 fogos de artifício e jogo de luzes, em um show de cinco minutos sincronizado com música.
O evento começou às 21h locais (cerca de 6h em Brasília) com lasers e projeções na torre de 328 metros, exibindo "momentos especiais" enviados pelo público, como aniversários e primeiros sorrisos de bebês. À meia-noite (8h em Brasília), fogos atingiram 80 metros acima da estrutura, totalizando 320 metros de altura, com mais de 500 kg de explosivos – o maior display do Hemisfério Sul –, após seis meses de planejamento, 1,6 tonelada de equipamentos e 14 km de cabos.
A Auckland Harbour Bridge iluminou-se com show de luzes e som ao ritmo dos hits de 2025, enquanto milhares lotaram o centro da cidade, apesar da chuva. Eventos menores foram cancelados no Norte da Ilha por tempestades, mas o público assistiu via TVNZ+ ou em morros como Maungawhau, com segurança reforçada e proibição de álcool.
Como uma das primeiras metrópoles a virar o ano, Auckland seguiu Kiritimati (Kiribati) e Ilhas Chatham, marcando o início das festas mundiais transmitidas ao vivo.
Ilha Kiritimati
Enquanto o Brasil se prepara para a virada na Praia de Copacabana, no Aterro da Praia de Iracema e em outros pontos de festa, a Ilha Kiritimati, maior do arquipélago de Kiribati no Oceano Pacífico central, já celebrou a chegada de 2026 às 7h desta quarta-feira (31), no horário de Brasília. Foi o primeiro local do mundo a celebrar o Ano Novo.
Kiritimati, também conhecida como Ilha do Natal, lidera a contagem regressiva global devido ao fuso horário UTC+14, 17 horas à frente de Brasília. Logo após, às 7h15, as Ilhas Chatham, na Nova Zelândia, entraram no novo ano, seguidas por Tokelau, Samoa e Tonga às 8h.
A Ilha Kiritimati, também conhecida como Ilha do Natal ou Christmas Island, é o maior atol de coral do mundo, localizado no Oceano Pacífico central e pertencente à República de Kiribati. Com cerca de 388 km² de área emersa e uma lagoa interior que totaliza 642 km², representa mais de 70% do território terrestre de Kiribati. A ilha é baixa e plana, elevando-se raramente acima de 3-4 metros do nível do mar, com uma circunferência de aproximadamente 160 km, formada por recifes de coral ao redor de uma laguna central. Situada nas Ilhas da Linha, a 232 km ao norte da linha do equador, Kiritimati usa o fuso horário UTC+14, tornando-a o primeiro lugar habitado do mundo a receber cada novo dia e ano — como a virada para 2026 às 7h de Brasília. Abriga cerca de 5 mil habitantes e é um hub para pesca, mergulho e ecoturismo, com rica biodiversidade marinha.
Que horas a Nova Zelândia entra em 2026?
A Nova Zelândia entra em um novo ano, a cada início de janeiro, por volta das 7h15 (horário de Brasília) nas Ilhas Chatham e às 8h na maior parte do país, incluindo Auckland. As Ilhas Chatham, na costa leste, celebram logo após Kiritimati (Kiribati), às 7h15 de Brasília, devido ao fuso UTC+12:45. A Nova Zelândia continental, no fuso UTC+13, inicia as comemorações às 8h, com fogos na Sky Tower de Auckland. Esses horários posicionam a Nova Zelândia como a segunda nação da Oceania a virar o ano, 17 horas à frente do Brasil, marcando o início das celebrações metropolitanas do mundo.
Qual é o primeiro e o último lugar do mundo a viver o Réveillon?
Kiritimati, no arquipélago de Kiribati (Oceano Pacífico), é o primeiro lugar habitado do mundo a entrar em 2026 devido ao fuso horário UTC+14, celebrando o Réveillon às 7h de Brasília. A Ilha Kiritimati, também chamada Christmas Island, lidera a virada global por estar 19 horas à frente do GMT. Às 7h (horário de Brasília), inicia as comemorações, seguida por Ilhas Chatham (Nova Zelândia) às 7h15 e Samoa/Tonga às 8h.
As ilhas desabitadas Baker e Howland, no Pacífico (UTC-12), são as últimas a vivenciar o Réveillon, entrando em 2026 apenas às 2h de 1º de janeiro (horário de Brasília). Sem população, marcam o fechamento simbólico da contagem regressiva mundial.
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