Sydney, na Austrália, celebrou a entrada em 2026 com um dos maiores espetáculos pirotécnicos do mundo, lançando nove toneladas de fogos sobre a Ópera e a Ponte do Porto, em um show de Ano Novo que se estendeu por sete quilômetros de porto.
O evento iniciou às 21h30 locais (9h30 em Brasília) com o "Calling Country", um display de oito minutos temático sobre criação e conexão indígena, com trilha sonora de Nooky e Tasker, além de projeções de artistas Yuin como Aaron Kennedy e Shal, transformando pilones da ponte em esculturas botânicas de flora nativa.
À meia-noite (10h em Brasília), um espetáculo de 12 minutos com 25 mil efeitos pirotécnicos, 5 mil feixes de luz LED e sincronia musical explodiu de oito plataformas flutuantes, seis arranha-céus, a ponte e a Ópera, formando imagens de cockatoos, koalas e waratahs – considerado o maior footprint pirotécnico da história do evento.
Antes dos fogos principais, um minuto de silêncio e projeção de uma menorá na ponte homenagearam as 15 vítimas do ataque terrorista na praia de Bondi, no último dia 14. Mais de um milhão de espectadores lotaram foreshores, barcos e rooftops, apesar de chuvas leves, com cerimônia de fumaça indígena às 19h30 e transmissão ao vivo pela ABC, incluindo show com Melanie C, Matt Corby e Marcia Hines.
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Nova Zelândia
Auckland, na Nova Zelândia, deu as boas-vindas a 2026 com um espetáculo pirotécnico inédito na Sky Tower, o edifício mais alto do país, que lançou 3.500 fogos de artifício e jogo de luzes, em um show de cinco minutos sincronizado com música.
O evento começou às 21h locais (cerca de 6h em Brasília) com lasers e projeções na torre de 328 metros, exibindo "momentos especiais" enviados pelo público, como aniversários e primeiros sorrisos de bebês. À meia-noite (8h em Brasília), fogos atingiram 80 metros acima da estrutura, totalizando 320 metros de altura, com mais de 500 kg de explosivos – o maior display do Hemisfério Sul –, após seis meses de planejamento, 1,6 tonelada de equipamentos e 14 km de cabos.
A Auckland Harbour Bridge iluminou-se com show de luzes e som ao ritmo dos hits de 2025, enquanto milhares lotaram o centro da cidade, apesar da chuva. Eventos menores foram cancelados no Norte da Ilha por tempestades, mas o público assistiu via TVNZ+ ou em morros como Maungawhau, com segurança reforçada e proibição de álcool.
Ilha Kiritimati
Enquanto o Brasil se prepara para a virada na Praia de Copacabana, no Aterro da Praia de Iracema e em outros pontos de festa, a Ilha Kiritimati, maior do arquipélago de Kiribati no Oceano Pacífico central, já celebrou a chegada de 2026 às 7h desta quarta-feira (31), no horário de Brasília. Foi o primeiro local do mundo a celebrar o Ano Novo.
Kiritimati, também conhecida como Ilha do Natal, lidera a contagem regressiva global devido ao fuso horário UTC+14, 17 horas à frente de Brasília. Logo após, às 7h15, as Ilhas Chatham, na Nova Zelândia, entraram no novo ano, seguidas por Tokelau, Samoa e Tonga às 8h.
Qual é o primeiro e o último lugar do mundo a viver o Réveillon?
Kiritimati, no arquipélago de Kiribati (Oceano Pacífico), é o primeiro lugar habitado do mundo a entrar em 2026 devido ao fuso horário UTC+14, celebrando o Réveillon às 7h de Brasília. A Ilha Kiritimati, também chamada Christmas Island, lidera a virada global por estar 19 horas à frente do GMT. Às 7h (horário de Brasília), inicia as comemorações, seguida por Ilhas Chatham (Nova Zelândia) às 7h15 e Samoa/Tonga às 8h.
As ilhas desabitadas Baker e Howland, no Pacífico (UTC-12), são as últimas a vivenciar o Réveillon, entrando em 2026 apenas às 2h de 1º de janeiro (horário de Brasília). Sem população, marcam o fechamento simbólico da contagem regressiva mundial.




