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Atriz venezuelana Gaby Spanic se emociona ao falar sobre invasão dos EUA na Venezuela

O pronunciamento de Gaby Spanic viralizou, com mais de 500 mil interações, dividindo fãs entre apoio e críticas

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Atriz venezuelana Gaby Spanic se emociona ao falar sobre invasão dos EUA na Venezuela
Foto: GCMais

A atriz venezuelana Gaby Spanic, famosa por estrelar "A Usurpadora", celebrou nas redes sociais a invasão dos EUA na Venezuela, com o sequestro do presidente Nicolás Maduro, neste sábado (3).

Morando no Brasil desde novembro de 2025, quando tirou CPF em São Paulo, Spanic repostou vídeo de agosto de 2024 prevendo a "queda" de Maduro em meio a uma "guerra espiritual" com "magia negra" no país, afirmando: "Finalmente Venezuela livre. Estou em choque. Gratidão a Deus". A publicação, com mapa da Venezuela e símbolos religiosos, viralizou com mais de 500 mil interações, dividindo fãs entre apoio e críticas.

Spanic reagiu a post de Donald Trump sobre operação americana em Caracas, com relatos de explosões na base de La Carlota, blecautes e evacuações. A artista é crítica ao regime de Maduro há anos.

Leia também: Papa Leão XIV diz que extrema direita não representa o cristianismo
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Gaby Spanic fala sobre situação na Venezuela:

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Trump fala sobre futuro governo na Venezuela

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os EUA vão administrar a Venezuela de forma interina até que seja realizada uma transição considerada “adequada, justa e legal”. A declaração foi feita durante um pronunciamento oficial em que Trump detalhou a operação militar norte-americana deste sábado (3).

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Segundo Trump, os EUA vão administrar a Venezuela temporariamente com o objetivo de conduzir o país a um novo processo político. “Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela”, afirmou durante o discurso.

O próprio Trump também divulgou, após a invasão, uma imagem de Maduro algemado e vendado. A foto foi publicada na rede social Truth Social e exibe um homem – que seria Maduro – vendado, usando óculos, vestindo um moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima, da Marinha dos Estados Unidos.

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De acordo com Trump, a captura de Maduro ocorreu durante a madrugada deste sábado e foi realizada pela Força Delta, unidade de elite do Exército americano especializada em operações de alto risco. O presidente norte-americano afirmou que a ação fez parte de uma operação militar planejada contra a Venezuela, cujo objetivo principal seria a detenção do líder venezuelano.

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Julgamento

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, serão julgados pela Justiça dos EUA em um tribunal de Nova York, informou neste sábado (3) a procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi. Segundo o Departamento de Justiça, o casal foi formalmente denunciado no Distrito Sul de Nova York por uma série de crimes federais, incluindo conspiração para narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.

De acordo com a procuradora-geral, o processo marca uma nova etapa no julgamento de Maduro, que agora passará a tramitar em solo americano. “Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados no Distrito Sul de Nova York”, declarou Pam Bondi em comunicado oficial. A procuradora afirmou que ambos responderão às acusações perante a Justiça dos EUA, em audiências que ocorrerão em tribunais federais.

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Entre as acusações listadas pela Procuradoria-geral estão conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína para os Estados Unidos, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, além de conspiração para posse desses armamentos contra interesses norte-americanos. Segundo Bondi, os crimes atribuídos ao casal configuram ameaças diretas à segurança nacional dos Estados Unidos, o que motivou a abertura do processo no tribunal de Nova York.

Entenda

O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela neste fim de semana marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

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Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem Maduro à prisão.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos - como China e Rússia - além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

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Com informações da Agência Brasil

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