Nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026, interrupções no abastecimento de água afetam diversas cidades brasileiras devido a manutenções programadas e secas prolongadas, conforme relatos de companhias como Caern (Rio Grande do Norte), Copasa (Minas Gerais) e Embasa (Bahia). Veja a seguir se bairros de Fortaleza ficam sem água nesta terça-feira (20/01)
Abastecimento de água suspenso em cidades do Rio Grande do Norte
A Caern confirma paradas programadas no abastecimento de água em Pau dos Ferros e cinco cidades do Alto Oeste, iniciando às 7h para limpeza de reservatórios, com duração prevista até o fim do dia. Em Natal, a Zona Norte e São Gonçalo do Amarante ainda recuperam abastecimento após falhas elétricas recentes, enquanto Mossoró adia normalização em bairros dependentes do Poço 19 por até 48 horas. Outras áreas como Pipa, Cruzeta e quatro municípios do Mato Grande enfrentam suspensões emergenciais até quarta-feira devido a vazamentos e reparos em adutoras.
Bairros de Fortaleza sem água na terça-feira (20/01)?
Em Fortaleza, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) não divulgou programações de suspensões para 20 de janeiro, diferentemente de manutenções recentes que afetaram dezenas de bairros como Alagadiço, Amadeu Furtado, Antônio Bezerra e Barra do Ceará. Cidades vizinhas como Caucaia, Maracanaú e Eusébio também não apresentam comunicados para esta semana, mas emergências passadas em locais como Vila Velha e Quintino Cunha destacam a vulnerabilidade da região Nordeste a secas prolongadas. A Cagece recomenda monitoramento constante via site e app, priorizando o uso racional da água em reservatórios domiciliares.
Outras municípios cearenses, incluindo Sobral, Juazeiro do Norte e Crato, seguem sem alertas planejados para o período, embora o estado registre histórico de 140 cidades em crise hídrica.
Minas Gerais e Copasa em alerta
Belo Horizonte registra instabilidades recorrentes pela Copasa em bairros como Aglomerado da Serra e regiões Norte, agravadas por consumo elevado e seca no Sistema Paraopeba. Cidades como Betim, Contagem, Sete Lagoas, Uberlândia e Juiz de Fora adotam rodízios parciais, com bairros altos sofrendo baixa pressão; Ribeirão das Neves suspende fornecimento até segunda em obras urgentes. Moradores de São Pedro e vizinhanças denunciam desligamentos nos fins de semana, impactando limpeza e rotinas domésticas.
São Paulo e Riscos no Cantareira
O Sistema Cantareira opera abaixo de 20% de volume útil, ameaçando racionamentos em São Paulo e Grande São Paulo, com monitoramento da ANA e Sabesp. Piracicaba relata faltas localizadas em ruas como Arapongas e Rodovia Laércio Corte, atualizadas pelo Semae em 19 de janeiro. Previsões indicam chuvas abaixo da média, agravando a seca severa desde 2024 em todo o estado.
Bahia e Espírito Santo com desabastecimento de água
Na Bahia, Feira de Santana e entorno como Conceição da Feira mantêm paralisações da Embasa para instalação de equipamentos, possivelmente estendendo-se à terça. O Espírito Santo, com Cesan, lida com queixas em Vitória por desabastecimento crônico desde novembro de 2025 em Conquista e Santa Clara.
Falta de água: impactos e orientações
A falta d'água compromete o dia a dia, com famílias recorrendo a caminhões-pipa e poços improvisados. Especialistas atribuem o problema a secas prolongadas, expansão urbana desordenada e falta de investimentos em infraestrutura. Autoridades recomendam redução no consumo, priorizando usos essenciais, enquanto obras como as da Embasa prometem alívio futuro. A população deve monitorar boletins locais para atualizações, pois a normalização varia por região.
Companhias como Caern e Copasa recomendam uso racional de reservatórios, priorizando água para consumo e higiene, com normalização em 24 a 72 horas pós-reparos. Áreas elevadas e periféricas sofrem mais, e populações dependem de caminhões-pipa em crises como as do Alto Oeste e MG. Este verão de 2026 destaca a urgência de investimentos em infraestrutura hídrica no Brasil.




