A Meta estuda a criação de planos pagos para usuários do WhatsApp, Instagram e Facebook, com acesso a recursos exclusivos dentro das plataformas. A informação foi divulgada pelo portal TechCrunch, que aponta que a iniciativa ainda está em fase de testes e não prevê cobrança para o uso das funcionalidades básicas das redes sociais.
Segundo o TechCrunch, a proposta da Meta não envolve a cobrança de uma mensalidade obrigatória para todos os usuários. A ideia é oferecer planos premium voltados a pessoas interessadas em ferramentas adicionais, enquanto as funções principais, como mensagens, publicações e stories, permaneceriam gratuitas.
O modelo já é adotado por outras plataformas, como o Snapchat, que oferece o serviço Snapchat+ com benefícios exclusivos para assinantes.
“A Meta parece não estar presa a uma única estratégia, observando que testará diversos recursos e pacotes de assinatura, e que cada assinatura de aplicativo terá um conjunto distinto de recursos exclusivos”, detalhou o site.
Recursos premium e foco em produtividade
De acordo com o site Olhar Digital, a Meta pretende ampliar investimentos em recursos voltados à produtividade e à criatividade, além de funcionalidades expandidas de inteligência artificial. Até o momento, porém, a empresa não detalhou quais ferramentas fariam parte dos possíveis planos pagos.
Quando a Meta pode começar a cobrar mensalidade
Ainda segundo o TechCrunch, a implementação das assinaturas pode ocorrer “nos próximos meses”, embora não exista uma data oficial confirmada. A Meta também informou que os planos pagos não substituirão o serviço de verificação das plataformas, que continuará destinado a criadores de conteúdo, artistas, políticos e outras figuras públicas.




