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Cenário de guerra: capital do Irã fica tomada por fogo após Israel atacar depósitos de petróleo

Essa ofensiva marca uma escalada na nova fase do confronto iniciado há mais de uma semana entre Israel e Irã

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Cenário de guerra: capital do Irã fica tomada por fogo após Israel atacar depósitos de petróleo
Foto: GCMais

A capital do Irã, Teerã, amanheceu este domingo (8) sob um manto de fumaça negra e chamas vorazes, após ataques aéreos israelenses atingirem depósitos estratégicos de combustível pertencentes à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), gerando cenário de guerra na cidade. Imagens divulgadas nas últimas horas mostram incêndios de grandes proporções consumindo tanques de armazenamento, com colunas de fumaça visíveis a quilômetros de distância.

O Exército de Israel (IDF) confirmou, em comunicado oficial publicado hoje, que sua Força Aérea realizou "nas últimas horas" uma série de bombardeios precisos contra "vários complexos de armazenamento de combustível" na metrópole iraniana. Os alvos, segundo a nota, abastecem "múltiplas entidades militares" do regime de Teerã, aprofundando os danos à infraestrutura bélica do país.

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Vídeos que circulam em redes sociais e portais de notícias, capturados nas primeiras horas da madrugada, registram explosões ensurdecedoras e bolas de fogo iluminando o céu noturno. Um vídeo específico, compartilhado por fontes ligadas ao conflito, mostra aviões de caça israelenses sobrevoando a área, enquanto sirenes de alerta ecoam pela cidade. Até o momento, não há balanço oficial de vítimas, mas agências iranianas relatam "danos significativos" e chamam a população para evacuação em zonas próximas.

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Contexto dos bombardeios

Essa ofensiva marca uma escalada na nova fase do confronto iniciado há mais de uma semana entre Israel e Irã. Netanyahu declarou hoje ter "controle quase total" do espaço aéreo sobre Teerã, prometendo continuidade das operações para neutralizar ameaças. Nos últimos dias, os bombardeios israelenses já haviam atingido bases de mísseis, centros de comando e alvos ligados à milícia Basij, braço paramilitar da IRGC.

Escalada da guerra com bombardeio a depósitos de petróleo: declarações dos líderes

O regime iraniano ainda não emitiu pronunciamento oficial sobre os ataques de hoje, mas fontes da mídia estatal Mehr alertam para uma retaliação iminente. Nas últimas 24 horas, relatos indicam movimentação de forças da Guarda Revolucionária, com promessas de "resposta proporcional e esmagadora".

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O presidente dos EUA, Donald Trump, tem sido vocal no apoio à ofensiva. Em postagem recente nas redes sociais, Trump afirmou que o Irã "será duramente atingido hoje", sinalizando possível intensificação com participação americana. Ele descreveu a campanha como "massiva e contínua", visando destruir o programa nuclear e o arsenal de mísseis iranianos, e alertou para perdas humanas.

Trump reiterou que os EUA buscam "garantir que o Irã nunca tenha uma arma nuclear" e cortem financiamentos a grupos terroristas.

Guerra no Irã: apanhado dos últimos dias

O conflito explodiu no final de fevereiro, com bombardeios iniciais de EUA e Israel contra alvos nucleares e militares iranianos, seguidos de mísseis retaliatórios de Teerã contra Israel e bases americanas no Kuwait e Golfo Pérsico. Explosões em Teerã foram ouvidas em 4 e 6 de março, com ataques a refinarias tensionando preços globais do petróleo.

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No dia 7, Israel já mirava depósitos de petróleo, preparando o terreno para os strikes de hoje. O primeiro-ministro Netanyahu fala em "eliminar ameaça existencial", enquanto o Irã, sob liderança provisória após suposta perda de figuras-chave, responde com drones e mísseis em "ondas" para sobrecarregar defesas israelenses na guerra.

Analistas alertam para risco de envolvimento regional, com o Hezbollah lançando o maior ataque contra Israel desde o início da guerra. O espaço aéreo israelense segue fechado preventivamente, e o mundo observa com apreensão o impacto econômico e humanitário.

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