A cantora Anitta e a apresentadora Bela Gil compartilharam registros de uma viagem pela Finlândia, onde acompanharam de perto a Aurora Boreal, fenômeno luminoso típico das regiões polares. As imagens foram publicadas na noite da última sexta-feira (27) e rapidamente repercutiram entre fãs e outros famosos. Nos registros, Anitta e Bela aparecem em meio a uma paisagem coberta de neve, enquanto o céu ganha tons vibrantes de verde e azul. O espetáculo natural, considerado raro por muitos turistas, costuma atrair visitantes de diversas partes do mundo durante o inverno europeu.
Anitta e Bela Gil sob a Aurora Boreal
“Nossa caçada à Aurora Boreal deu mais a certo. Qta beleza!!! Que delícia esses dias com vc @anitta estar ao seu lado é um espetáculo. Obrigada demais pela acolhida!!”, escreveu a apresentadora Bella Gil em publicação nas redes sociais.
A publicação gerou uma série de comentários, alguns seguidores destacaram tanto a beleza do cenário quanto o desafio de enfrentar as baixas temperaturas da região. “Meu sonho conhecer a Finlândia, mas não sei se aguento esse gelo”, escreveu uma internauta. “Que sonho! Uma experiência única”, comentou outra.
A apresentadora Ticiane Pinheiro reagiu com emojis de coração, enquanto a cineasta Marina Person deixou uma mensagem desejando “sucesso” à dupla. Já a jornalista Sandra Annenberg chamou atenção ao comentar: “Duas estrelas no meio da Aurora Boreal”, frase que ganhou destaque entre os fãs.
Aurora Boreal: entenda o fenômeno
A Aurora Boreal tem origem em processos que começam no próprio Sol. O espetáculo luminoso é resultado de erupções solares que liberam partículas carregadas de energia e luz em direção à Terra.
Ao atingirem o campo magnético terrestre, essas partículas são direcionadas para as regiões polares, onde passam a interagir com gases presentes na atmosfera. É essa interação que produz as luzes características do fenômeno, geralmente em tons de verde e vermelho, embora outras cores também possam surgir dependendo das condições atmosféricas.
A aurora boreal costuma ser observada com maior frequência durante a noite ou no fim da tarde, quando o céu está mais escuro, o que favorece a visualização a olho nu. Países localizados em altas latitudes do Hemisfério Norte, como a Islândia, estão entre os destinos onde o fenômeno ocorre com maior regularidade, atraindo turistas de diferentes partes do mundo em busca da experiência.
Em condições normais, o processo se repete sempre que há atividade solar suficiente para enviar essas partículas ao planeta. No entanto, a intensidade e a visibilidade da aurora podem variar, dependendo de fatores como clima, poluição luminosa e força das tempestades solares.
No Hemisfério Sul, o mesmo fenômeno recebe o nome de aurora austral. Apesar de seguir o mesmo princípio físico, sua ocorrência é considerada mais rara e menos acessível ao público, principalmente por acontecer em áreas mais remotas e de difícil acesso.
Embora sejam amplamente admiradas pela beleza, as auroras também têm impacto científico e tecnológico. Em episódios mais intensos, as tempestades solares associadas ao fenômeno podem provocar interferências em sistemas de comunicação, redes elétricas e até em sinais de GPS, o que desperta a atenção de pesquisadores e autoridades.




