Batizado como “inafundável”, o maior transatlântico da época colidiu com um iceberg às 23h40 do dia 14 de abril de 1912, no Atlântico Norte
Show com quase mil drones recria o Titanic 114 anos após o naufrágio; veja o vídeo
Belfast, na Irlanda do Norte, foi palco de um espetáculo impressionante na noite de 30 de março de 2026: um show de drones com quase mil equipamentos iluminou o céu sobre o porto para recriar, em escala real, a silhueta do RMS Titanic zarpando dos estaleiros Harland & Wolff, exatamente 114 anos após sua partida original, em 1912. Promovido pela BBC como parte da campanha “Made of Here”, o show utilizou cerca de 950 drones sincronizados para formar o transatlântico icônico, simulando seu deslizamento pela água antes de se dissipar em um “naufrágio” luminoso avermelhado.

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Espetáculo marcou o aniversário do naufrágio mais famoso da história
A exibição, transmitida em 2 de abril pelas emissoras BBC One e Two na Irlanda do Norte às 20h – mesmo horário da saída histórica –, emocionou espectadores e homenageou o legado da cidade natal do navio.
A BBC orquestrou o espetáculo para promover produções locais, incluindo a série “Titanic Sinks Tonight”, com depoimentos de sobreviventes via cartas e inquéritos. Executado sobre o porto de Belfast, o display recriou não só o navio, mas também o slipway (rampa de lançamento), conectando passado e presente na herança industrial da região.
Vídeos viralizaram nas redes, destacando a precisão milimétrica e o impacto emocional, atraindo milhares de espectadores presenciais, apesar do clima frio.
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O naufrágio do Titanic: uma tragédia histórica recriada em show de drones
Construído nos astilleros de Belfast pela Harland & Wolff para a White Star Line, o RMS Titanic partiu de Southampton em 10 de abril de 1912 em sua viagem inaugural para Nova York, com cerca de 2.220 pessoas a bordo. Batizado como “inafundável”, o maior transatlântico da época colidiu com um iceberg às 23h40 do dia 14 de abril no Atlântico Norte, afundando às 2h20 do dia 15 após duas horas e 40 minutos, resultando em 1.517 mortes – um dos piores desastres marítimos da história.
Fatores como botes salva-vidas insuficientes (apenas para 1.178 pessoas), velocidade excessiva e falhas na comunicação contribuíram para o caos, com relatos de pânico e heroísmo entre passageiros de todas as classes. O evento chocou o mundo, levando a reformas internacionais de segurança naval, como a Convenção SOLAS.
Como funciona um show de drones
Shows de drones como esse combinam tecnologia avançada e programação precisa para criar animações aéreas sincronizadas. Cada drone recebe um plano de voo individual pré-programado via softwares como Houdini ou Blender, incluindo trajetórias GPS, altitudes, velocidades e mudanças de cor nos LEDs RGB. Um computador central coordena a decolagem simultânea de centenas de aeronaves de uma área designada, garantindo anti-colisão por meio de comunicação em tempo real e sensores.
No caso do Titanic, os drones formaram a estrutura do navio – proa, chaminés e casco – “navegando” pelo céu noturno ao som de trilha sonora, dissipando-se dramaticamente para evocar o afundamento. Essa tecnologia, geralmente considerada segura e ecológica (em comparação a fogos de artifício, por exemplo), é usada em eventos globais, superando limitações de shows pirotécnicos.
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