O músico Willian Augusto Freire de Araújo morreu aos 60 anos nesta sexta-feira (10/4), conforme confirmou o perfil oficial do grupo Molejo nas redes sociais.
Ex-integrante do Molejo, Willian Araújo morre aos 60 anos e deixa legado no pagode dos anos 90
O músico Willian Augusto Freire de Araújo morreu aos 60 anos nesta sexta-feira (10/4), conforme confirmou o perfil oficial do grupo Molejo nas redes sociais. A notícia gerou comoção entre fãs, amigos e artistas do meio musical, especialmente entre aqueles que acompanharam a ascensão do pagode nos anos 1990.

Em nota publicada online, o grupo lamentou a perda e destacou a importância de Willian para a trajetória da banda. “Com profunda tristeza, nos despedimos de nosso querido amigo e irmão. Nossas condolências à sua família neste momento difícil”, escreveu o perfil oficial.
Willian fez parte da formação original do Molejo, grupo que se consolidou como um dos principais nomes do pagode brasileiro. Durante sua passagem, participou de álbuns marcantes como Não Quero Saber de Tititi, Família e Brincadeira de Criança, trabalhos que ajudaram a definir o estilo irreverente e popular da banda.
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O auge do pagode nos anos 90
Assim como outros grupos da época, como Raça Negra e Só Pra Contrariar, o Molejo contribuiu diretamente para popularizar o pagode romântico e festivo em todo o país, consolidando um movimento cultural que marcou gerações.
No comunicado, os integrantes também ressaltaram o legado artístico deixado pelo músico. “Sua voz e talento brilharam em nossos primeiros CDs, eternizando sucessos que marcaram a década de 90. Sua música viverá para sempre em nossas memórias”, destacou a banda.
A influência da TV na popularização do pagode
A década de 1990 foi considerada um período de ouro para o pagode nacional, com forte presença nas rádios e programas de TV, incluindo atrações populares como o Domingão do Faustão, que ajudaram a impulsionar artistas do gênero para o grande público.
O artista será sepultado neste sábado (11/4), no Cemitério do Pechincha, localizado em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A cerimônia ocorrerá na Capela C, a partir das 14h. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada.
A repercussão da morte de Willian Araújo mobilizou fãs e diversos nomes da música brasileira. Entre as homenagens, o cantor Péricles destacou que o legado do artista permanecerá vivo por meio de sua obra. Já André Marinho e Fábio Bêça também manifestaram solidariedade à família e amigos.
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O pagode ontem e hoje: legado e renovação
Nos últimos anos, o pagode voltou a ganhar força com uma nova geração de artistas, mostrando a permanência do gênero na cultura brasileira e reforçando a importância de pioneiros como Willian Araújo para essa continuidade.
Além das homenagens públicas, a despedida também foi marcada por uma mensagem emocionada de Fabiano Souza, filho do músico. Em publicação nas redes sociais, ele relembrou a relação com o pai e expressou gratidão pela convivência. “Meu pai, meu herói, meu ídolo… Agradeço todos os dias por ter sido criado por você”, escreveu.
A morte de Willian Araújo representa uma perda significativa para a música brasileira, especialmente para o universo do pagode. Sua contribuição para o início do Molejo ajudou a moldar a identidade do grupo e deixou um legado que segue presente na memória afetiva de fãs em todo o país.
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