Fortaleza poderá decretar feriados em dias de jogos da Copa do Mundo Feminina de 2027, caso a medida seja confirmada pelo poder público local após sanção presidencial. A possibilidade está prevista em um projeto aprovado pelo Senado Federal nesta quarta-feira (27), que estabelece regras para a realização do torneio, que será sediado pelo Brasil.
A competição está marcada para ocorrer entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e terá oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O texto aprovado segue agora para análise e sanção do presidente da República.
A proposta também abre a possibilidade de feriado nacional em dias de jogos da seleção brasileira. Nos casos das cidades que receberem partidas, estados e municípios poderão optar por feriado ou ponto facultativo, dependendo da decisão das administrações locais.
Fortaleza poderá decretar feriado em jogos da Copa do Mundo Feminina
Com a aprovação do projeto, Fortaleza passa a ter a possibilidade de suspender o expediente em dias de jogos do torneio, caso o governo local decida adotar a medida.
A decisão não será automática. Caberá ao poder público avaliar a conveniência de decretar feriado ou ponto facultativo durante as partidas realizadas na capital cearense.
A medida busca organizar o funcionamento das cidades-sede durante o evento, que deve atrair grande fluxo de turistas, torcedores e delegações internacionais ao longo da competição.
Senado aprova regras para a Copa Feminina de 2027 no Brasil
O texto aprovado no Senado estabelece um conjunto de regras para a organização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil.
Entre os pontos previstos estão normas sobre venda de ingressos, publicidade de bebidas alcoólicas, funcionamento do comércio no entorno dos estádios, emissão de vistos temporários e regras especiais de trabalho durante o período do torneio.
O projeto também prevê ajustes no calendário escolar, permitindo que férias do primeiro semestre sejam alinhadas ao período da competição.
A proposta agora depende de sanção presidencial para entrar em vigor e começar a ser aplicada oficialmente.
Projeto prevê mudanças em trabalho, calendário e homenagens
Além das regras operacionais, o projeto também prevê uma premiação de R$ 500 mil para atletas que integraram as seleções brasileiras femininas de 1988 e 1991, consideradas pioneiras no desenvolvimento do futebol feminino no país.
Nos casos de jogadoras já falecidas, o valor será destinado aos herdeiros legais.
O texto ainda inclui diretrizes relacionadas ao funcionamento do comércio, condições de trabalho e mobilidade urbana durante o torneio, que deve movimentar a economia nas cidades-sede.
Com a aprovação no Senado, o foco agora se volta para a sanção presidencial e para os preparativos oficiais da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil.




