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Depoimento de cearense que fingia ser adolescente revela nova versão à polícia em SC

Amanda Maria Souza Oliveira admite uso de nomes falsos e diz ter histórico de tratamento psiquiátrico; defesa tenta provar insanidade mental

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Depoimento de cearense que fingia ser adolescente revela nova versão à polícia em SC
Cearense de 37 anos que fingia ser adolescente detalha depoimento. Foto: Reprodução


O depoimento de uma mulher de 37 anos que fingia ser adolescente em Santa Catarina foi exibido com exclusividade pelo Balanço Geral, da TV Cidade, e trouxe novos detalhes sobre o caso investigado pela Polícia Civil. No relato, Amanda Maria Souza Oliveira fala sobre o uso de nomes falsos, cita histórico de acompanhamento psiquiátrico e apresenta sua versão sobre as acusações que enfrenta.A divulgação do depoimento amplia o debate sobre a complexidade do caso, que teria envolvido convivência prolongada com famílias que acreditavam estar acolhendo uma menor em situação de vulnerabilidade.

Leia também: Mãe de Isabelle Caracristi lamenta decisão da Justiça do Ceará que concedeu liberdade a João Munhoz

Identificada como Amanda Maria Souza Oliveira, a investigada é apontada pelas autoridades como suspeita de se passar por uma adolescente de aproximadamente 12 anos para obter acolhimento em famílias e instituições em diferentes estados do país. O caso envolve apurações por suspeita de estelionato e falsa identidade.

A divulgação do depoimento amplia o debate sobre a complexidade do caso, que teria envolvido convivência prolongada com famílias que acreditavam estar acolhendo uma menor em situação de vulnerabilidade.

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Depoimento de mulher que fingia ser adolescente traz novas informações em Santa Catarina

O conteúdo exibido mostra que a mulher relata ter histórico de acompanhamento psicológico e psiquiátrico desde a adolescência. Segundo o depoimento, ela teria passado por atendimentos em unidades de saúde no Ceará, incluindo serviços em Fortaleza e em municípios da Região Metropolitana.

Durante o relato, também aparece a utilização de nomes falsos, entre eles “Caroline”, que teria sido usado em diferentes contextos sociais e registros. As investigações apontam que essa estratégia pode ter sido repetida em outras ocasiões para facilitar acesso a serviços e acolhimento.

As autoridades, no entanto, afirmam que parte das informações apresentadas ainda não possui comprovação documental suficiente e segue sob análise dentro do inquérito.

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Relato cita nomes falsos e histórico de atendimento psicológico

O depoimento exibido destaca ainda a versão da investigada sobre tratamentos de saúde mental e episódios anteriores relacionados ao comportamento. A defesa utiliza esses elementos para sustentar a possibilidade de insanidade mental, ponto que ainda será avaliado no processo judicial.

O caso segue em investigação no estado de Santa Catarina e envolve também apurações em outras unidades da federação, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Goiás. Em todos os casos, a dinâmica investigada é semelhante: a suspeita teria se apresentado como menor de idade em situação de vulnerabilidade.

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A participação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) reforça o andamento das apurações e a análise de medidas adotadas ao longo da investigação, especialmente diante da dificuldade inicial de identificação da investigada.

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Investigação envolve ao menos seis estados e segue em andamento

O caso ultrapassa as fronteiras de Santa Catarina e já é tratado como uma investigação de múltiplos estados. Segundo as apurações, a mulher teria circulado por diferentes regiões do país utilizando a mesma narrativa de vulnerabilidade.

A permanência prolongada em convivência com famílias, em alguns casos por mais de um ano, ampliou o impacto do episódio e levantou questionamentos sobre falhas em sistemas de verificação e acolhimento.

A defesa segue sustentando a tese de condições psiquiátricas que poderiam ter influenciado o comportamento da investigada. O processo continua em andamento, e novas etapas de apuração devem aprofundar as versões apresentadas no depoimento.

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Enquanto isso, a mulher permanece sob custódia das autoridades responsáveis pelo caso em Santa Catarina, à espera dos próximos desdobramentos judiciais.


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