Uma mulher de 37 anos foi conduzida à delegacia após causar danos ao patrimônio de um condomínio residencial no bairro Jangurussu, em Fortaleza. Segundo a Polícia Militar do Ceará (PMCE), ela pode responder por dano material e ameaça, após quebrar portões, danificar a guarita e intimidar um porteiro durante uma confusão registrada no Conjunto Tamandaré.
Imagens de câmeras de segurança e vídeos gravados por moradores mostram o momento em que a suspeita desferiu chutes contra os portões do condomínio e utilizou um pedaço de madeira para danificar a entrada do residencial. A ação ocorreu em meio a uma discussão e mobilizou equipes da Polícia Militar.
Além dos portões, a porta da guarita também foi danificada. Moradores registraram a movimentação e acompanharam a situação, que gerou tensão dentro do conjunto habitacional.
Segundo a Polícia Militar, equipes da 2ª Companhia do 16º Batalhão foram acionadas para atender a ocorrência. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a mulher ainda no condomínio, sendo contida após o episódio.
Mulher quebrou portões e ameaçou porteiro em Fortaleza
De acordo com o relato do porteiro, de 43 anos, a mulher teria causado danos ao patrimônio e o ameaçado durante a confusão. As imagens obtidas pelos moradores reforçam a versão de destruição registrada no local.
Os vídeos mostram repetidas agressões contra os portões e danos à estrutura da guarita, além de movimentação intensa de moradores durante a ocorrência. A identidade da mulher não foi divulgada pelas autoridades policiais.
Mulher deve responder por dano material e ameaça em Fortaleza
Após a intervenção da Polícia Militar, a suspeita e o porteiro foram conduzidos ao 20º Distrito Policial para os procedimentos cabíveis.
Na delegacia, o trabalhador relatou ter sido agredido, mas optou por não representar criminalmente contra a mulher. Ainda assim, conforme a legislação penal, o caso segue com registro de ocorrência e análise dos danos materiais causados ao condomínio.
Mesmo sem a formalização de queixa por parte da vítima, a mulher deve responder por dano material e ameaça, já que a responsabilização criminal pode ocorrer independentemente da representação em determinadas situações, além da obrigação de reparar os prejuízos causados ao patrimônio coletivo.
A administração do condomínio deverá levantar os danos e calcular os custos de reparação das estruturas atingidas.
O caso segue sob análise da Polícia Civil do Ceará.




