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INVESTIGAÇÕES

Veja o que se sabe sobre a morte da bebê de 10 meses investigada por suspeita de estupro em Fortaleza

Durante o atendimento hospitalar, foram constatados indícios que levantaram a suspeita de violência sexual contra a bebê

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Veja o que se sabe sobre a morte da bebê de 10 meses investigada por suspeita de estupro em Fortaleza
Caso aconteceu entre a noite de domingo (12) e a madrugada de segunda-feira (13) em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. (Foto: Reprodução)


A morte de uma bebê de 10 meses, registrada na última segunda-feira (13), segue sendo investigada pela Polícia Civil do Ceará. O caso ganhou grande repercussão após profissionais de saúde identificarem indícios de violência sexual durante o atendimento à criança em um hospital. A investigação é conduzida pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), enquanto a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) realiza exames que serão decisivos para esclarecer o caso.

Leia também: Mãe de Isabelle Caracristi lamenta decisão da Justiça do Ceará que concedeu liberdade a João Munhoz

O que se sabe até o momento

A bebê morreu após ser levada ao hospital

O caso aconteceu entre a noite de domingo (12) e a madrugada de segunda-feira (13) em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Inicialmente, a mãe acreditou que a filha estivesse engasgada e acionou equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A criança foi socorrida e levada para uma unidade de saúde, onde a morte foi confirmada.

Profissionais de saúde identificaram indícios de violência sexual

Durante o atendimento hospitalar, foram constatados indícios que levantaram a suspeita de violência sexual contra a bebê. A confirmação dessa hipótese, no entanto, depende da conclusão dos exames periciais realizados pela Pefoce.

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Dois homens são os principais investigados

A Polícia Civil aponta, de forma preliminar, como principais investigados um homem de 22 anos, que mantinha um relacionamento recente com a mãe da criança, e um primo dele, de 26 anos, morador do bairro Araturi, em Caucaia.

Os dois estavam no apartamento durante a madrugada

Segundo a investigação, os dois investigados estavam no imóvel onde a família permaneceu durante a madrugada em que os fatos ocorreram. As primeiras informações obtidas pelos policiais indicam que ambos apresentavam sinais de embriaguez.

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Familiares já prestaram depoimento

A mãe da bebê, um tio da criança e outras pessoas ligadas ao caso foram ouvidas pela Dececa. Ao todo, quatro pessoas prestaram esclarecimentos nas primeiras diligências da investigação.

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Moradores do Araturi ficaram surpresos

No bairro Araturi, em Caucaia, onde mora um dos investigados, moradores relataram choque e indignação ao tomarem conhecimento da investigação. Segundo relatos, o homem era conhecido na comunidade, e muitos disseram ter dificuldade em acreditar nas suspeitas.

A bebê foi sepultada em Caucaia

O corpo da criança foi sepultado na terça-feira (14), em Caucaia, enquanto a investigação continua em andamento.

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O que ainda falta esclarecer

Se houve violência sexual

Embora existam indícios apontados pelos profissionais de saúde, a Polícia Civil ressalta que a confirmação ou o descarte da hipótese de estupro depende exclusivamente dos laudos periciais da Pefoce.

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A causa exata da morte

Os exames também deverão indicar a causa da morte da bebê e esclarecer se ela está diretamente relacionada aos fatos investigados.

A dinâmica do crime

Os investigadores ainda trabalham para reconstruir detalhadamente o que aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, incluindo a sequência dos acontecimentos dentro do apartamento.

A participação de cada investigado

A Polícia Civil busca determinar qual foi a participação de cada um dos investigados e se houve responsabilidade individual ou conjunta nos fatos.

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Conclusão dos laudos da Pefoce

A Pefoce informou que já realizou o exame cadavérico e as perícias iniciais, mas as análises laboratoriais seguem em andamento. Somente após a conclusão dos laudos os resultados serão encaminhados à autoridade policial responsável pelo inquérito.

Investigação continua

A Dececa mantém o caso como prioridade e continua realizando coleta de depoimentos, análise de vestígios e outras diligências. O GC Mais acompanha a investigação e atualizará as informações conforme a divulgação oficial dos laudos periciais e das decisões da Polícia Civil.

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