A morte de uma bebê de 10 meses, registrada na última segunda-feira (13), segue sendo investigada pela Polícia Civil do Ceará. O caso ganhou grande repercussão após profissionais de saúde identificarem indícios de violência sexual durante o atendimento à criança em um hospital. A investigação é conduzida pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), enquanto a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) realiza exames que serão decisivos para esclarecer o caso.
O que se sabe até o momento
A bebê morreu após ser levada ao hospital
O caso aconteceu entre a noite de domingo (12) e a madrugada de segunda-feira (13) em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Inicialmente, a mãe acreditou que a filha estivesse engasgada e acionou equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A criança foi socorrida e levada para uma unidade de saúde, onde a morte foi confirmada.
Profissionais de saúde identificaram indícios de violência sexual
Durante o atendimento hospitalar, foram constatados indícios que levantaram a suspeita de violência sexual contra a bebê. A confirmação dessa hipótese, no entanto, depende da conclusão dos exames periciais realizados pela Pefoce.
Dois homens são os principais investigados
A Polícia Civil aponta, de forma preliminar, como principais investigados um homem de 22 anos, que mantinha um relacionamento recente com a mãe da criança, e um primo dele, de 26 anos, morador do bairro Araturi, em Caucaia.
Os dois estavam no apartamento durante a madrugada
Segundo a investigação, os dois investigados estavam no imóvel onde a família permaneceu durante a madrugada em que os fatos ocorreram. As primeiras informações obtidas pelos policiais indicam que ambos apresentavam sinais de embriaguez.
Familiares já prestaram depoimento
A mãe da bebê, um tio da criança e outras pessoas ligadas ao caso foram ouvidas pela Dececa. Ao todo, quatro pessoas prestaram esclarecimentos nas primeiras diligências da investigação.
Moradores do Araturi ficaram surpresos
No bairro Araturi, em Caucaia, onde mora um dos investigados, moradores relataram choque e indignação ao tomarem conhecimento da investigação. Segundo relatos, o homem era conhecido na comunidade, e muitos disseram ter dificuldade em acreditar nas suspeitas.
A bebê foi sepultada em Caucaia
O corpo da criança foi sepultado na terça-feira (14), em Caucaia, enquanto a investigação continua em andamento.
O que ainda falta esclarecer
Se houve violência sexual
Embora existam indícios apontados pelos profissionais de saúde, a Polícia Civil ressalta que a confirmação ou o descarte da hipótese de estupro depende exclusivamente dos laudos periciais da Pefoce.
A causa exata da morte
Os exames também deverão indicar a causa da morte da bebê e esclarecer se ela está diretamente relacionada aos fatos investigados.
A dinâmica do crime
Os investigadores ainda trabalham para reconstruir detalhadamente o que aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, incluindo a sequência dos acontecimentos dentro do apartamento.
A participação de cada investigado
A Polícia Civil busca determinar qual foi a participação de cada um dos investigados e se houve responsabilidade individual ou conjunta nos fatos.
Conclusão dos laudos da Pefoce
A Pefoce informou que já realizou o exame cadavérico e as perícias iniciais, mas as análises laboratoriais seguem em andamento. Somente após a conclusão dos laudos os resultados serão encaminhados à autoridade policial responsável pelo inquérito.
Investigação continua
A Dececa mantém o caso como prioridade e continua realizando coleta de depoimentos, análise de vestígios e outras diligências. O GC Mais acompanha a investigação e atualizará as informações conforme a divulgação oficial dos laudos periciais e das decisões da Polícia Civil.




