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COMPETIÇÃO

Estudante conquista medalha de bronze em olimpíada de matemática após viralizar cantando Joelma em Nova York

Yasmin Teófilo chamou atenção nas redes sociais ao interpretar "Voando Pro Pará" durante o show de talentos da competição. Um dia depois da apresentação, conquistou a medalha de bronze na olimpíada internacional realizada na Universidade de Columbia.

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Estudante conquista medalha de bronze em olimpíada de matemática após viralizar cantando Joelma em Nova York
O show de talentos antecedeu o dia das provas e contou com apresentações de estudantes de vários países, que participaram cantando, dançando ou tocando instrumentos musicais. (Foto: Reprodução)


A estudante fortalezense Yasmin Teófilo conquistou a medalha de bronze em uma olimpíada internacional de matemática realizada na Universidade de Columbia, em Nova York, poucos dias depois de ganhar destaque nas redes sociais ao cantar "Voando Pro Pará", sucesso de Joelma, durante o show de talentos promovido pelo evento. A apresentação aconteceu antes da aplicação das provas e reuniu estudantes de diversos países em um momento de integração cultural.

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A premiação foi realizada nesta quinta-feira (30), após a divulgação dos resultados da competição. De acordo com a organização do evento, as medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida pelos participantes. No caso das medalhas de ouro, por exemplo, elas foram destinadas aos 10% dos estudantes com as melhores notas, enquanto as demais categorias seguem critérios proporcionais de desempenho.

O vídeo da apresentação de Yasmin rapidamente repercutiu entre brasileiros nas redes sociais. Vestindo uma camisa da Seleção Brasileira, a estudante levou ao palco um dos maiores sucessos recentes de Joelma e animou participantes de diferentes nacionalidades. O momento aconteceu durante a programação cultural da olimpíada, criada para incentivar a interação entre os competidores antes do desafio acadêmico.

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Apresentação com música de Joelma viralizou antes das provas

O show de talentos antecedeu o dia das provas e contou com apresentações de estudantes de vários países, que participaram cantando, dançando ou tocando instrumentos musicais. A escolha da música brasileira chamou atenção justamente por representar a cultura nacional em um ambiente internacional. A repercussão da apresentação ampliou a visibilidade da participação de Yasmin na competição e foi seguida, no dia seguinte, pelo bom desempenho nas avaliações que resultaram na conquista da medalha de bronze.

Irmãs acumulam conquistas em olimpíadas científicas nacionais e internacionais

Além de Yasmin, o Brasil também foi representado por sua irmã, Beatriz Teófilo, de 15 anos. Nascidas em Fortaleza, as duas estudantes vêm construindo uma trajetória marcada pela participação em olimpíadas científicas nacionais e internacionais.

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O interesse da família pelas competições começou com Beatriz, que tinha apenas 10 anos quando participou da Olimpíada Cearense de Foguetes, promovida pela Universidade Federal do Ceará (UFC). A experiência despertou o interesse da estudante por física, astronomia e pelas atividades relacionadas à construção e ao lançamento de foguetes.

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Com o incentivo da escola, Beatriz passou a disputar outras olimpíadas científicas. Entre as conquistas mais recentes estão a medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Foguetes, em 2025, e a aprovação no vestibular para o curso de Física da Universidade Estadual do Ceará (Uece), em 2026.

Seguindo o exemplo da irmã mais velha, Yasmin participou de sua primeira olimpíada aos oito anos de idade. Desde então, também passou a colecionar resultados expressivos, incluindo medalhas de ouro na Olimpíada Brasileira de Foguetes e na Olimpíada Brasileira de Satélites.

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Experiência internacional fortaleceu a trajetória das estudantes

A participação em Nova York não foi a primeira experiência internacional das irmãs. Em janeiro de 2026, Yasmin e Beatriz representaram o Brasil na Olimpíada Copernicus de Física e Astronomia, realizada em Houston, nos Estados Unidos.

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Na ocasião, Yasmin conquistou a medalha de prata, enquanto Beatriz recebeu uma menção honrosa. Os resultados reforçaram a sequência de participações das estudantes em competições internacionais voltadas às áreas de ciências exatas.

Divulgação científica faz parte da rotina das estudantes

Além das competições, Beatriz e Yasmin também desenvolvem iniciativas voltadas à popularização da ciência. As duas participam da criação da organização Wigpédia, responsável pela realização de oficinas educativas que buscam aproximar crianças e adolescentes, especialmente meninas, dos temas ligados à ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Enquanto permanecem em Nova York, as estudantes também aproveitam a viagem para conhecer pontos turísticos da cidade e produzir conteúdos para as redes sociais. Os vídeos destacam espaços relacionados à inovação, sustentabilidade e desenvolvimento tecnológico, com o objetivo de estimular outros jovens a enxergar a ciência como parte do cotidiano.

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Segundo a mãe das estudantes, Katherine Teófilo, a proposta é incentivar mais adolescentes a vivenciar experiências semelhantes e despertar o interesse pelas áreas científicas desde cedo, mostrando que o conhecimento pode estar presente em diferentes ambientes, dentro e fora da sala de aula.

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