Lúcia de Fátima Barbosa Vasconcelos, de 69 anos, morreu após ser atropelada enquanto atravessava a Avenida Doutor Theberge, no bairro Presidente Kennedy, em Fortaleza. O acidente aconteceu na manhã desta sexta-feira (7) e foi registrado por uma câmera de segurança.
Segundo informações apuradas no local, a vítima havia saído de casa e seguia para uma clínica onde faria atendimento de fisioterapia. Conforme relatado por um irmão de Lúcia à equipe de reportagem, ela havia recebido alta de um internamento hospitalar oito dias antes e estava realizando as sessões por recomendação médica.
As imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que a idosa tenta atravessar a avenida. Ela é atingida por um carro e arrastada por aproximadamente 10 metros.
Lúcia não utilizava a faixa de pedestres no momento da travessia. O trecho onde ocorreu o atropelamento possui sinalização para pedestres nas proximidades.
Após o impacto, o condutor do veículo permaneceu no local. Conforme informações da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), o motorista foi submetido ao teste do bafômetro, que não apontou consumo de bebida alcoólica.
Equipes da Polícia Militar e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) foram acionadas para atender à ocorrência. A vítima morreu ainda no local.
A AMC informou também que a sinalização horizontal e vertical do trecho onde ocorreu o acidente estava em boas condições.
O caso será investigado pela Polícia Civil do Ceará, por meio da 10ª Delegacia de Polícia Civil de Fortaleza. As circunstâncias do atropelamento deverão ser analisadas a partir das imagens de segurança, dos levantamentos realizados no local e dos demais elementos da investigação.
Vítima estava a caminho da fisioterapia
Segundo o irmão de Lúcia, a idosa estava retomando a rotina após um período de internação hospitalar. A ida à clínica de fisioterapia fazia parte do acompanhamento médico recomendado após a alta.
Ela havia deixado a residência momentos antes do acidente quando foi atingida pelo veículo durante a travessia da avenida.
O caso chama atenção para os riscos enfrentados por pedestres durante a travessia de vias movimentadas, especialmente pessoas com mobilidade reduzida ou que estejam em recuperação de problemas de saúde.




