A história de Maria Valentina é marcada por desafios desde os primeiros momentos de vida. Aos 12 anos, a menina convive com as consequências de uma paralisia cerebral que provocou atraso motor. Nascida prematura extrema, com apenas 29 semanas de gestação, ela nunca conseguiu andar. Agora, depois de passar por uma cirurgia e apresentar uma nova perspectiva de evolução motora, a família se prepara para uma etapa decisiva de reabilitação em busca de mais autonomia e da possibilidade de conquistar os primeiros passos.
A nova fase envolve um tratamento com exoesqueleto, equipamento que auxilia os movimentos durante a reabilitação e pode contribuir para o fortalecimento muscular e para a evolução motora. O protocolo foi indicado no início deste ano e será realizado em Goiânia.
Para a família, o tratamento representa mais do que uma nova tentativa de avanço físico. É a continuidade de uma trajetória que exigiu esforço, mobilização e recursos financeiros para que Maria Valentina pudesse ter acesso a procedimentos especializados.
A mãe acompanha de perto cada etapa dessa caminhada e agora busca novamente apoio para conseguir levar a filha ao tratamento.
Cirurgia abriu uma nova etapa na reabilitação
Recentemente, Maria Valentina passou por uma rizotomia dorsal seletiva, procedimento neurocirúrgico utilizado para reduzir a espasticidade e facilitar os movimentos.
A cirurgia atua de forma seletiva sobre algumas raízes dorsais dos nervos espinhais, reduzindo a estimulação sensitiva periférica. No caso da menina, o procedimento foi considerado uma etapa importante dentro do processo de reabilitação.
Para conseguir realizar a cirurgia, a família precisou organizar uma vaquinha. O esforço permitiu reunir os recursos necessários para custear o procedimento e também a permanência em Teresina, onde a cirurgia foi realizada.
Ao todo, segundo a família, cerca de R$ 250 mil foram gastos entre a cirurgia e a estadia durante o período do tratamento. Esse valor já foi pago.
Agora, o desafio é outro.
A família precisa reunir recursos para dar continuidade à reabilitação e aproveitar a nova etapa do tratamento. A expectativa é que o trabalho desenvolvido após a cirurgia possa ajudar Maria Valentina a ampliar sua capacidade de movimento e conquistar mais autonomia.
A evolução, no entanto, depende da continuidade do acompanhamento e dos protocolos indicados para o caso.
Tratamento com exoesqueleto pode ajudar na evolução motora
O próximo passo indicado para Maria Valentina é um protocolo de reabilitação que utiliza um exoesqueleto. O equipamento auxilia a realização dos movimentos durante as sessões e faz parte de uma estratégia voltada ao fortalecimento e à evolução motora.
O tratamento foi dividido em três protocolos de 30 dias cada, todos realizados em Goiânia. Cada protocolo tem custo de R$ 40 mil.
Considerando os três períodos previstos, a família precisa alcançar R$ 120 mil para custear essa etapa completa da reabilitação.
O objetivo é proporcionar à menina uma rotina intensiva de tratamento que possa contribuir para seu desenvolvimento motor. Para a família, cada etapa representa a possibilidade de avançar em um caminho que começou ainda na infância.
A expectativa também está relacionada a um sonho simples, mas que ganhou um significado enorme ao longo dos anos: conseguir ficar de pé e, quem sabe, dar os primeiros passos.
A família sabe que não existe garantia de que o tratamento fará Maria Valentina andar. A esperança está na possibilidade de ampliar sua autonomia e aproveitar as oportunidades de evolução que a reabilitação pode oferecer.
Família volta a pedir apoio para continuar tratamento
Depois de conseguir viabilizar a cirurgia por meio de uma mobilização financeira, a família enfrenta novamente o desafio de levantar recursos.
Desta vez, o dinheiro será utilizado para custear os protocolos de reabilitação em Goiânia. Além do valor do tratamento, a continuidade dessa etapa também envolve a necessidade de deslocamento e permanência da família durante o período das sessões.
A mãe de Maria Valentina pretende compartilhar a trajetória da filha para mostrar não apenas a necessidade financeira, mas também o caminho percorrido até aqui.
A menina nasceu prematura extrema, enfrentou as consequências da paralisia cerebral, cresceu sem conseguir andar e chegou aos 12 anos diante de uma nova possibilidade de tratamento.
A rizotomia dorsal seletiva marcou uma mudança importante nessa trajetória. Agora, a família busca condições para seguir com a reabilitação.
Para quem quiser contribuir, o PIX disponibilizado pela família é o número 090.210.713-55.
As doações podem ajudar a viabilizar os três protocolos indicados para Maria Valentina, permitindo que ela tenha acesso à nova etapa do tratamento.
Mais do que alcançar um valor financeiro, a mobilização representa para a família uma forma de manter aberto o caminho da reabilitação. Cada etapa concluída pode significar uma nova oportunidade de trabalhar movimentos, força e autonomia.
Aos 12 anos, Maria Valentina continua acompanhada pela família em uma trajetória que começou antes mesmo de seu nascimento. Agora, a esperança está concentrada nos próximos meses e na possibilidade de transformar o tratamento em novos avanços.
Para a mãe, a busca é para que a filha tenha acesso aos recursos necessários e possa seguir tentando conquistar aquilo que sempre foi um sonho: dar os primeiros passos.
Como ajudar Maria Valentina?
- PIX: 090.210.713-55
- Valor necessário para os três protocolos: R$ 120 mil
- Custo de cada protocolo: R$ 40 mil
- Duração: 30 dias por protocolo
- Local do tratamento: Goiânia




