Uma idosa de 73 anos morreu após ser atropelada enquanto atravessava o 4º Anel Viário, no bairro Jari, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. O atropelamento aconteceu na noite da última terça-feira, quando Dona Lindalva fazia a travessia da rodovia acompanhada do irmão.
Segundo familiares, os dois atravessaram o trecho juntos. O irmão passou primeiro e, quando Lindalva iniciou a travessia, foi atingida violentamente por uma caminhonete que trafegava em alta velocidade. Ainda segundo os relatos apresentados na reportagem, o veículo estava com as luzes apagadas no momento do atropelamento.
Com a força da colisão, a idosa foi arremessada para o canteiro central da rodovia. O motorista não permaneceu no local e, de acordo com a família, não prestou socorro à vítima.
Uma semana depois da tragédia, o veículo ainda não havia sido localizado. A família agora tenta obter informações que possam ajudar a identificar o condutor responsável pelo atropelamento.
Família procura imagens que possam identificar veículo
A família de Lindalva acredita que imagens de câmeras de segurança existentes nas proximidades possam ajudar na investigação.
De acordo com a reportagem, há uma empresa próxima ao trecho que possui equipamentos de vigilância. A expectativa dos familiares é que alguma das câmeras tenha registrado o momento do atropelamento ou, principalmente, a fuga do veículo.
A identificação do automóvel é considerada fundamental para que os familiares possam entender o que aconteceu e para que o responsável seja localizado.
Até o momento, segundo a família, não há informações sobre o paradeiro da caminhonete.
Filha pede informações para encontrar motorista
A filha de Lindalva, Jordânia Ramos, esteve no local do atropelamento e falou sobre a dor provocada pela perda da mãe.
Segundo Jordânia, a família busca transformar a dor em força para tentar descobrir quem estava dirigindo o veículo “Eu quero transformar toda a minha dor em força para tentar identificar quem fez isso com a minha mãe, para que outras famílias não venham a passar por essa mesma dor.”
A filha também afirmou não saber quem foi responsável pelo atropelamento e pediu que qualquer pessoa que tenha informações sobre o caso possa ajudar a família “Eu só sei que a minha mãe não volta mais.”
Jordânia disse ainda que espera conseguir informações que permitam esclarecer o caso e fazer com que a memória da mãe seja honrada com a responsabilização de quem provocou o atropelamento.
Idosa costumava atravessar o trecho
Segundo a família, Lindalva tinha o costume de atravessar a região onde aconteceu o acidente.
Na noite do atropelamento, ela estava acompanhada do irmão. Conforme o relato apresentado na reportagem, ele conseguiu atravessar primeiro. Quando a idosa fazia a passagem pelo trecho, foi atingida pela caminhonete.
O impacto foi tão forte que Lindalva foi arremessada para o canteiro central.
A família afirma que o veículo estava em alta velocidade e com os faróis apagados. Essas informações fazem parte dos relatos apresentados sobre a ocorrência e deverão ser esclarecidas pela investigação.
Motorista fugiu sem prestar socorro
Após atingir a idosa, o condutor não permaneceu no local.
A família afirma que o motorista fugiu sem prestar assistência a Lindalva. Desde então, os parentes tentam descobrir qual veículo estava envolvido e quem estava na direção.
A ausência de informações sobre o automóvel aumenta a angústia dos familiares, que ainda aguardam respostas sobre o atropelamento.
O caso também chama atenção para os riscos enfrentados por pedestres que precisam atravessar trechos de rodovias e vias de grande circulação durante a noite.
Marcas do atropelamento permanecem no local
Uma semana após a morte da idosa, o local ainda traz marcas da ocorrência.
Durante a reportagem, foram mostradas marcas de sangue deixadas no trecho onde Lindalva foi atingida.
Para a filha, voltar ao ponto do atropelamento representa reviver a situação que terminou com a morte da mãe.
O trecho fica no 4º Anel Viário, no bairro Jari, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Família cobra justiça
Sem a identificação do motorista, a família continua buscando informações que possam ajudar a esclarecer o caso.
A principal esperança dos parentes está nas câmeras de segurança instaladas nas proximidades. As imagens podem ser importantes para identificar características da caminhonete, registrar a passagem do veículo ou indicar a direção tomada pelo condutor após o atropelamento.
Qualquer informação que ajude a identificar o veículo pode ser relevante para a investigação.
A família também espera que o caso avance e que o responsável pela morte de Lindalva seja identificado.
Atropelamento aconteceu durante travessia
O acidente aconteceu enquanto a idosa fazia uma travessia que, segundo os familiares, já fazia parte da rotina dela.
A situação terminou de forma fatal depois que a caminhonete atingiu Lindalva no momento em que ela atravessava o 4º Anel Viário.
O caso deixa a família em busca de respostas e também evidencia a preocupação com a segurança de pedestres em trechos de tráfego intenso, especialmente durante a noite.
Enquanto o motorista não é localizado, os familiares continuam tentando reunir informações e imagens que possam ajudar a esclarecer a dinâmica do atropelamento.
A família pede que qualquer pessoa que tenha presenciado o acidente ou possua imagens do veículo entre em contato com as autoridades para contribuir com a identificação do responsável.
Serviço
- Repórter: Nathan Carcará
- Cinegrafista: William Fortunato
- Sonora: Jordânia Ramos, filha da vítima
- Passagem: Maracanaú




