Seis pescadores de Itarema estão desaparecidos em alto-mar após a embarcação pesqueira “S.E. Pescados” perder contato durante uma viagem pelo litoral do Ceará. O barco saiu do município no dia 17 de agosto e a última comunicação com a Capitania dos Portos ocorreu em 27 de agosto. Desde então, a Marinha do Brasil realiza uma operação para tentar localizar a embarcação e os tripulantes.
A última posição conhecida do barco fica aproximadamente 150 quilômetros ao norte de Fortaleza. O ponto também está a cerca de 410 quilômetros de Porto dos Barcos, em Itarema, local de onde a embarcação partiu.
A operação de busca e salvamento é coordenada pelo Salvamar Nordeste, com participação de equipes e meios da Agência da Capitania dos Portos em Camocim. Conforme a Marinha, também são realizadas diligências junto às colônias de pescadores da região para ampliar as possibilidades de localização.
Seis pescadores de Itarema estão desaparecidos em alto-mar
A embarcação “S.E. Pescados” iniciou a viagem em Itarema em 17 de agosto. O último contato registrado com a Capitania dos Portos ocorreu dez dias depois, em 27 de agosto.
A partir da perda de comunicação, as autoridades passaram a trabalhar para identificar a posição do barco e verificar se havia alguma informação que pudesse ajudar na localização dos tripulantes.
A Marinha informou que tomou conhecimento da situação e iniciou uma Operação de Busca e Salvamento. As ações contam com equipes da Agência da Capitania dos Portos em Camocim, responsável pela atuação na área.
Até esta terça-feira (1º), os seis pescadores e a embarcação ainda não haviam sido localizados.
A situação mobiliza também a comunidade pesqueira, já que a Marinha mantém contato com colônias de pescadores e utiliza o plano de auxílio mútuo. A estratégia permite ampliar a circulação das informações entre embarcações e profissionais que atuam ou navegam em áreas próximas.
Marinha realiza buscas por barco desaparecido no Ceará
A operação ocorre em uma região de alto-mar distante da costa cearense. A última posição conhecida, a cerca de 150 quilômetros ao norte de Fortaleza, é utilizada como uma das principais referências para as ações de localização.
Segundo a Marinha, os trabalhos são conduzidos pelo Salvamar Nordeste, estrutura responsável pela coordenação das operações de busca e salvamento marítimo na área.
A atuação também envolve a divulgação do desaparecimento para outras embarcações. A Marinha informou que estão sendo emitidos avisos aos navegantes com o objetivo de alertar barcos que estejam circulando nas proximidades da área onde o “S.E. Pescados” foi visto pela última vez.
A medida busca aumentar a quantidade de pessoas no mar que possam eventualmente identificar a embarcação ou algum sinal relacionado aos pescadores.
Além das equipes que atuam diretamente na operação, a Marinha acionou a Estação Radiogoniométrica da Marinha em Natal (ERMN), no Rio Grande do Norte. A estrutura foi utilizada como reforço na tentativa de estabelecer comunicação com o barco pesqueiro.
Última posição do barco fica a 150 km de Fortaleza
A distância entre a última posição conhecida e a costa ajuda a dimensionar a área em que as autoridades precisam concentrar os esforços.
O ponto informado pela Marinha está a aproximadamente 150 quilômetros ao norte de Fortaleza e a cerca de 410 quilômetros de Porto dos Barcos, em Itarema. Foi nessa localidade que a embarcação iniciou a viagem.
A localização também explica a importância da participação de outras embarcações que possam estar navegando pela região. Em situações de desaparecimento no mar, informações obtidas por pescadores e tripulações que estejam próximas podem contribuir para direcionar as buscas.
Por isso, além da operação coordenada pelo Salvamar Nordeste, a Marinha trabalha na divulgação do caso e mantém contato com entidades ligadas à atividade pesqueira.
Estação da Marinha em Natal reforça tentativa de localização
A Estação Radiogoniométrica da Marinha em Natal foi acionada para tentar estabelecer comunicação com o “S.E. Pescados”. O uso do equipamento representa mais uma frente na tentativa de obter algum sinal que permita identificar o paradeiro da embarcação.
Paralelamente, os avisos aos navegantes ampliam a divulgação do desaparecimento entre barcos que transitam pela área. A intenção é fazer com que eventuais informações sejam comunicadas às autoridades responsáveis pela operação.
Até a atualização divulgada nesta terça-feira (1º), porém, não havia localização dos seis pescadores.
As buscas permanecem concentradas na tentativa de encontrar a embarcação e esclarecer o que ocorreu após o último contato registrado em 27 de agosto. Enquanto a operação continua, familiares e a comunidade pesqueira de Itarema aguardam novas informações sobre o paradeiro dos tripulantes.




