Um vazamento de água na Avenida Doutor Silas Munguba, no bairro Passaré, em Fortaleza, provocou alagamento em um trecho da via e deixou uma cratera escondida pela água. A situação prejudicou o trânsito de veículos e a passagem de pedestres, além de provocar a queda de um carro no buraco.
O problema foi registrado próximo à região de limite entre o Passaré e o Barroso. A água se espalhou por uma das faixas da avenida, dificultando a visualização da cratera pelos motoristas que passavam pelo local, facilitando a ocorrência de acidentes.
Nesta quinta-feira (24), a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) informou que equipes técnicas iniciaram o reparo do vazamento. A previsão é de que o serviço seja concluído ainda hoje, enquanto a recuperação do asfalto está programada para sexta-feira (25).
O que aconteceu na Avenida Silas Munguba
O vazamento teve origem em um cano quebrado localizado na própria avenida. Com o acúmulo de água, uma das faixas ficou comprometida e a cratera formada no trecho passou a ficar praticamente encoberta.
A dificuldade para identificar o buraco aumentou o risco para quem trafegava pela via. Sem conseguir visualizar a abertura no asfalto, um motorista acabou entrando com o carro na cratera.
Uma imagem registrada após a ocorrência mostra o veículo em uma situação delicada dentro do buraco. No momento em que o carro caiu, não havia sinalização improvisada indicando o ponto de risco, o que dificultou ainda mais a identificação da cratera.
Depois da ocorrência, o local passou a contar com uma sinalização improvisada para alertar os condutores. Mesmo assim, a presença de água continua afetando a circulação na avenida.
Carro caiu em cratera escondida pela água
O veículo caiu justamente em um trecho em que a abertura no asfalto estava camuflada pela água acumulada. A situação exigiu esforço para retirar o automóvel do local.
O problema também comprometeu a circulação dos demais veículos. Com uma das faixas prejudicadas, carros, ônibus e motocicletas precisam dividir o espaço restante para continuar o deslocamento pela Avenida Doutor Silas Munguba.
Durante o período de maior movimentação, a passagem fica ainda mais complicada. Um ônibus consegue avançar pelo trecho, enquanto motociclistas e outros veículos precisam aguardar ou buscar espaço para seguir pela faixa disponível.
A situação aumenta o risco de novos incidentes, principalmente porque a cratera fica escondida pela água e pode não ser percebida com antecedência pelos motoristas.
Como está o trânsito no trecho
Além dos veículos, os pedestres também enfrentam dificuldades para passar pelo local. A água acumulada interfere na utilização da calçada e obriga quem circula pela região a redobrar a atenção para atravessar o trecho afetado.
A obstrução de uma das faixas concentra o fluxo em um espaço menor da avenida. Com isso, os veículos precisam disputar a passagem em uma área já prejudicada pelo vazamento.
O problema ocorre em uma via de circulação de carros, ônibus e motocicletas. A combinação entre o volume de água, a cratera e a redução do espaço disponível torna o trecho mais arriscado para quem precisa passar pela região.
Antes do início do reparo, pessoas que trabalham no entorno haviam procurado atendimento para tentar solucionar o vazamento. Equipes técnicas podiam ser vistas nesta quinta-feira, quando a Cagece informou o começo do serviço.
Cagece inicia reparo do vazamento no Passaré
A Cagece informou que equipes técnicas começaram, na manhã desta quinta-feira (24), o reparo do vazamento na Avenida Doutor Silas Munguba, em frente ao BNB, no bairro Passaré.
De acordo com a companhia, a previsão é de que o serviço seja finalizado ainda nesta quinta-feira. O local também deve receber isolamento e sinalização durante a execução do reparo.
A recuperação do asfalto está prevista para sexta-feira (25). A etapa será necessária depois da intervenção no ponto afetado pelo vazamento e pela cratera.
Enquanto o serviço estiver em andamento, a área permanece como ponto de atenção para motoristas e pedestres. A sinalização e o isolamento do trecho são medidas previstas pela Cagece para orientar a circulação durante o reparo.
A conclusão efetiva do serviço e da recuperação asfáltica ainda depende da execução das etapas previstas pela companhia.




